A atriz Camila Queiroz optou por armazenar as células-tronco do cordão umbilical de sua filha, Clara, após consulta e pesquisa médica. A decisão foi compartilhada nas redes sociais e gerou curiosidade sobre o procedimento, que vem ganhando espaço entre famílias e celebridades.
O que são células-tronco do cordão umbilical?
As células-tronco presentes no cordão umbilical são capazes de se diferenciar em diversos tipos celulares, sendo utilizadas em tratamentos de doenças sanguíneas e imunológicas, como leucemias e anemias. Estudos também investigam seu potencial para diabetes tipo 1 e doenças neurológicas.
Como é feito o armazenamento?
O processo é realizado no momento do parto. Após o nascimento, o cordão umbilical é clampado e cortado, e o sangue restante é coletado em um kit estéril, enviado ao banco de células-tronco. Lá, as células são processadas, criopreservadas e armazenadas em nitrogênio líquido a temperaturas abaixo de -150°C.
Regulamentação e custos
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) regula o uso terapêutico e clínico das células-tronco, exigindo que os bancos sigam normas de qualidade e segurança. Os custos variam conforme o banco escolhido, incluindo taxas de coleta, processamento e armazenamento anual. Segundo especialistas, o investimento pode ser elevado, mas muitas famílias veem como uma forma de prevenção.
Camila Queiroz declarou: "Pesquisei bastante e decidi armazenar para garantir mais opções de saúde para a Clara no futuro." A prática, embora promissora, depende de indicação médica e não substitui tratamentos convencionais.



