O calor extremo está desafiando os jogadores na Copa do Mundo no Brasil, com a seleção brasileira enfrentando a Noruega sob temperaturas que podem chegar a 43°C. Especialistas explicam como o esforço intenso em condições de calor elevado sobrecarrega o organismo, impactando o desempenho dos atletas.
Impactos fisiológicos do calor extremo
Em temperaturas elevadas, o corpo prioriza a dissipação do calor, o que leva ao aumento da frequência cardíaca e à redução do fluxo sanguíneo para os músculos. Isso pode comprometer a capacidade de realizar atividades físicas intensas por períodos prolongados. Segundo especialistas, o calor extremo pode causar fadiga precoce, cãibras e até insolação, afetando diretamente o rendimento dos jogadores.
Medidas da Fifa para mitigar riscos
A Fifa implementou pausas para hidratação durante as partidas e ajustou os horários dos jogos para evitar os picos de calor. Essas medidas visam reduzir os riscos à saúde dos atletas e garantir a integridade física durante a competição. Além disso, as equipes médicas estão preparadas para intervir rapidamente em caso de emergências relacionadas ao calor.
O Brasil, que enfrenta a Noruega nesta fase, precisa lidar não apenas com o adversário, mas também com as condições climáticas adversas. A comissão técnica tem orientado os jogadores a se hidratarem constantemente e a monitorarem os sinais de estresse térmico.



