A Copa do Mundo de 2026 trouxe à tona um problema crescente no futebol: as lesões. A seleção brasileira, uma das 48 participantes, foi uma das que mais sofreram com contusões, perdendo jogadores importantes como Rodrygo, Éder Militão e Estêvão. Tanto atletas profissionais quanto amadores estão sujeitos a esses problemas, que podem ser evitados com cuidados adequados.
Lesões musculares: as mais frequentes
As lesões musculares, como estiramentos e rupturas, são as mais comuns no futebol. Elas ocorrem devido ao esforço intenso, mudanças bruscas de direção e acelerações. A prevenção inclui aquecimento adequado, alongamento e fortalecimento muscular. O tratamento geralmente envolve fisioterapia e repouso.
Lesões articulares: joelho e tornozelo
As articulações mais afetadas são joelho e tornozelo. Lesões como entorses, luxações e problemas nos ligamentos (como o LCA) são frequentes. O uso de equipamentos de proteção e treinos específicos para estabilidade articular ajudam a prevenir. Em casos graves, cirurgia pode ser necessária.
Lesões por impacto: fraturas e contusões
Fraturas e contusões ósseas ocorrem em jogadas de contato, como divididas e quedas. A proteção com caneleiras e a técnica correta de queda reduzem os riscos. O tratamento varia de imobilização a cirurgia, dependendo da gravidade.
Lesões por overuse: tendinites e bursites
O excesso de treinos e jogos leva a lesões por uso repetitivo, como tendinites no joelho (tendão patelar) e no calcanhar (tendão de Aquiles). A periodização do treino e o descanso são fundamentais. A fisioterapia e o fortalecimento excêntrico são indicados.
A prevenção é a melhor estratégia. Além de condicionamento físico, é importante respeitar os limites do corpo e buscar orientação profissional. A Copa do Mundo mostrou que mesmo os melhores atletas não estão imunes, mas com cuidados certos, é possível minimizar os riscos.



