Canibais de Garanhuns: trio vendia salgados com carne humana
Canibais de Garanhuns: salgados com carne humana

Em 2012, a prisão de três pessoas em Garanhuns, no interior de Pernambuco, revelou uma sequência de assassinatos, esquartejamentos e atos de canibalismo que chocaram o Brasil. Jorge Negromonte, Isabel Pires e Bruna Oliveira mataram três mulheres atraídas com falsas promessas de emprego, conforme a Polícia Civil. A investigação apontou que o trio fazia parte de uma seita que pregava a "purificação do mundo" por meio da redução da população.

Como o crime foi descoberto

A história começou com o desaparecimento de Giselly Helena da Silva. Os assassinos usaram o cartão de crédito dela em lojas de Garanhuns e foram rastreados pela polícia. A partir desse rastreamento, a polícia chegou ao endereço do trio. Durante as buscas na casa, os policiais encontraram restos mortais enterrados no quintal, confirmando as suspeitas de homicídio.

Detalhes macabros

Segundo as investigações, Jorge, Isabel e Bruna viviam um triângulo amoroso. Eles mataram três mulheres e mantiveram os corpos no quintal da residência. A carne das vítimas era usada para rechear salgados que vendiam na cidade. Além da venda e consumo próprio, os três participavam de uma seita que pregava a purificação do mundo e a diminuição populacional. Uma das vítimas tinha uma filha de 5 anos, que passou a viver com o trio e, segundo a investigação, chegou a consumir os salgados recheados com carne humana.

Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram

Condenações e penas

Os três assassinos foram presos em 2012. Em 2014, receberam as primeiras condenações, com penas superiores a 20 anos. O júri popular ocorreu em 2018. Jorge Negromonte e Bruna Oliveira foram condenados a 71 anos de prisão cada; Isabel Pires, a 68 anos. Mais de uma década depois, os três seguem cumprindo pena em regime fechado.

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar