MPMG arquiva investigação sobre morte de detento no Presídio Floramar
MPMG arquiva investigação de morte de detento em Divinópolis

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) arquivou, na terça-feira (21), a investigação sobre a morte do detento Marcos Vinícius Tavares, de 37 anos, ocorrida em 31 de maio no Presídio Floramar, em Divinópolis. O órgão concluiu que não houve violência policial e que a morte decorreu de intoxicação aguda por cocaína.

Investigação do MPMG

A apuração foi instaurada após representação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que solicitava a investigação de suspeitas de violência por parte de policiais penais. O MPMG analisou boletins de ocorrência, laudos periciais, exame necroscópico, exame toxicológico, documentos administrativos e depoimentos. Ao final, concluiu que não há elementos que indiquem agressão ou responsabilidade criminal dos policiais penais.

O caso

De acordo com a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp), policiais penais localizaram o entorpecente com o detento após um visitante arremessar um pacote pela janela da cela durante o período de visitas. Em seguida, presos e visitantes iniciaram uma confusão, arremessando água, alimentos e objetos contra os servidores. A situação foi controlada, e os visitantes foram retirados do presídio. A Polícia Militar foi acionada.

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Ainda conforme a Sejusp, os policiais encontraram algumas buchas de cocaína com Marcos Vinícius, que foi levado para a cela de triagem. No local, ele sofreu um mal súbito e, apesar dos procedimentos realizados pela equipe da unidade, morreu. Marcos Vinícius foi admitido no presídio em julho de 2025, mas possuía registros de passagens pelo sistema prisional desde abril de 2008. Os crimes pelos quais ele foi preso não foram informados.

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