Um homem de 39 anos é suspeito de tentar levar a própria filha à força e agredir a avó e a tia da criança no bairro Boa Vista, em Juiz de Fora. O caso ocorreu no sábado (1º) e, segundo a Polícia Militar, a menina presenciou toda a ação.
Invasão e agressões
De acordo com o boletim de ocorrência, a avó e a tia da criança, de 69 e 36 anos, respectivamente, saíam de casa quando foram surpreendidas pelo homem, que invadiu o prédio. As mulheres relataram que aquele não era o dia previsto para a visita à criança.
Ainda conforme o registro policial, o suspeito abraçou a menina e tentou sair com ela. Ao tentarem impedir a ação, as familiares foram agredidas. Uma delas foi empurrada, enquanto a outra foi arrastada pelos cabelos, além de levar chutes e socos.
Ameaça de morte e fuga
O boletim também informa que o pai da criança ameaçou de morte um outro homem, que presenciou as agressões e tentou contê-lo. A mãe da menina, ex-companheira do suspeito, não estava no local no momento das agressões. Segundo a PM, ela tem uma medida protetiva contra o homem.
Após as agressões, o suspeito fugiu. Não há informações se ele chegou a ser localizado. O caso foi registrado como lesão corporal.
Investigação e medidas protetivas
A Polícia Civil informou que o caso foi encaminhado à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), onde segue em apuração. A delegada responsável, Carolina Gonçalves, requereu medidas protetivas contra as vítimas.
Em nota, a Polícia Civil reforçou o compromisso com a apuração rigorosa dos fatos e a proteção das vítimas. A delegada Carolina Gonçalves destacou a importância das medidas protetivas para garantir a segurança das mulheres e crianças envolvidas.
Contexto e alerta
O caso chama a atenção para a violência doméstica e a importância das medidas protetivas. Em Juiz de Fora, o número de mulheres com medidas protetivas monitoradas dobrou e bateu recorde, conforme dados recentes. A Deam segue à disposição para denúncias e orientações.
As investigações continuam para localizar o suspeito e garantir a segurança das vítimas. A população pode colaborar com informações anônimas pelos canais oficiais da polícia.



