A Justiça do Amazonas determinou a prisão preventiva de Meirilany Silva da Silva, grávida, suspeita de envolvimento na morte do investigador da Polícia Civil Luciano Carvalho de Sena. A decisão ocorreu após o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) suspender, no domingo (26), a prisão domiciliar que havia sido concedida anteriormente devido à gestação. Meirilany se apresentou na noite de segunda-feira (27) no 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP), em Manaus, e teve a prisão preventiva cumprida.
Detalhes da operação e da prisão
A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) confirmou nesta terça-feira (28) que Meirilany foi presa em flagrante durante uma operação contra o tráfico de drogas que resultou na morte do investigador Luciano Carvalho de Sena. Na audiência de custódia, a prisão em flagrante foi convertida em preventiva, mas, por estar grávida, a medida foi substituída por prisão domiciliar. No entanto, o TJAM revogou a prisão domiciliar e determinou o retorno ao regime fechado. Inicialmente, a suspeita não foi encontrada pela polícia, mas apresentou-se voluntariamente no dia seguinte.
Procedimentos legais e encaminhamento
Segundo a PC-AM, Meirilany passará por nova audiência de custódia e, em seguida, será encaminhada ao Centro de Detenção Provisória Feminino (CDPF), onde aguardará o desenrolar do processo. A investigação aponta que ela faz parte de um grupo criminoso envolvido na morte do policial, que vinha sendo investigado há três meses. A operação faz parte de um esforço contínuo da polícia para desarticular redes de tráfico de drogas na região metropolitana de Manaus.
Contexto da investigação
A morte do investigador Luciano Carvalho de Sena ocorreu durante uma ação policial no âmbito de uma investigação que já durava três meses. A polícia não divulgou detalhes adicionais sobre a participação específica de Meirilany no crime, mas a prisão preventiva foi justificada pela gravidade dos fatos e pelo risco de fuga ou obstrução da justiça. A decisão do TJAM de suspender a prisão domiciliar levou em consideração a necessidade de garantir a ordem pública e a efetividade da investigação.



