O Prêmio LED – Luz na Educação anunciou os seis vencedores da edição de 2026 em um programa especial exibido na quarta-feira (1º) à noite. A iniciativa, promovida pela Globo e pela Fundação Roberto Marinho, premia projetos que transformam a educação no Brasil. Cada vencedor recebeu R$ 200 mil, totalizando R$ 1,2 milhão distribuídos.
Entre os premiados está Beatriz da Silva, estudante do Quilombo do Caroá, em Pernambuco. Ela desenvolveu um filtro feito com fibra de pinha para tratar a manipueira, líquido residual do processamento da mandioca. O projeto contou com incentivo e orientação de professores e uso de impressora 3D. Beatriz contou que precisava acordar às 4h50 para pegar ônibus e chegava atrasada à escola.
Outro vencedor é o professor Thales do Nascimento, de Serrinha, na Bahia. Ele criou um biocimento a partir de casca de coco e outros resíduos da escola, que é usado para fazer calçadas nas casas da comunidade. A iniciativa surgiu da necessidade de manter os alunos interessados nas aulas.
O prêmio, que completa cinco anos, já recebeu 12 mil inscrições no total – 2,3 mil apenas nesta edição – e premiou 30 projetos com mais de R$ 6 milhões. Além dos seis vencedores, o público pode votar entre três finalistas para escolher mais um projeto, que ganhará R$ 100 mil. O resultado será anunciado no dia 8 de abril, no programa Encontro com Patrícia Poeta.



