Curso de inglês aposta no professor contra apps
Curso de inglês aposta no professor contra apps

Enquanto os aplicativos de idiomas ganham milhões de usuários, um curso de inglês presencial no Rio de Janeiro aposta justamente no que as plataformas não podem oferecer: o professor. A escola Dino, localizada no bairro do Flamengo, investe em professores altamente qualificados e em turmas reduzidas para garantir atenção individualizada.

Diferenciais do método presencial

Segundo a diretora pedagógica, Ana Beatriz Silva, o contato humano é essencial para o aprendizado de um novo idioma. “O professor consegue perceber nuances na pronúncia, corrigir erros em tempo real e adaptar a aula às necessidades de cada aluno. Isso um aplicativo não faz”, afirma. A escola limita as turmas a no máximo oito alunos, permitindo que cada estudante tenha pelo menos 15 minutos de fala por aula.

Resultados e depoimentos

Dados da própria escola mostram que 85% dos alunos atingem o nível de fluência desejado em até dois anos, contra uma média de 30% nos aplicativos, segundo estudos do setor. O engenheiro Carlos Mendes, 34 anos, conta que tentou aprender inglês por aplicativos por um ano sem sucesso. “Com o professor, em seis meses já consigo me comunicar em viagens. A diferença é enorme”, relata.

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Mercado em transformação

Apesar do crescimento dos apps, o mercado de cursos presenciais de idiomas ainda movimenta R$ 5 bilhões por ano no Brasil. A Dino planeja abrir duas novas unidades em 2027, uma em São Paulo e outra em Belo Horizonte. “Há um público que valoriza o contato humano e está disposto a pagar por isso”, conclui Ana Beatriz.

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