Porsche bate em árvore, explode e mata dois jovens em Campinas
Porsche bate em árvore, explode e mata dois jovens

Uma Porsche Cayman 2024 colidiu violentamente contra uma árvore na Rodovia Francisco Von Zuben (SP-091), em Campinas (SP), na noite de 10 de julho. Após o impacto, o veículo explodiu e foi tomado pelas chamas, resultando na morte carbonizada dos dois ocupantes. A polícia confirmou que as vítimas eram Arthur Rodrigues de Souza, de 20 anos, proprietário e condutor do veículo, e Lívia Bevilacqua Batista, também de 20 anos.

Detalhes do acidente

O carro de luxo, modelo Cayman Style na cor cinza e ano 2024, bateu de forma violenta contra uma árvore, explodiu e foi completamente consumido pelo fogo. Câmeras de segurança registraram o momento da colisão e o incêndio subsequente. Os dois ocupantes morreram carbonizados no interior do veículo.

Identificação das vítimas

Arthur Rodrigues de Souza, estudante de medicina na faculdade São Leopoldo Mandic, em Campinas, conduzia o veículo. Ele morava com os pais em Albertina (MG) e era conhecido pelos colegas como "Vidigal". Seu corpo foi identificado e sepultado no domingo, 12 de julho, na cidade mineira. Lívia Bevilacqua Batista, estudante com matrícula trancada em Relações Internacionais na PUC-Campinas, era a passageira. Ela e Arthur haviam jantado no bar e restaurante SeoRosa Gramado. Lívia enviou à irmã uma foto de visualização única do interior do veículo a caminho de casa, antes de interromper a comunicação.

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Investigação policial

O caso foi inicialmente registrado como "choque, incêndio e morte suspeita" e é investigado pelo 5º Distrito Policial de Campinas. A ocorrência foi atualizada para homicídio culposo na direção de veículo automotor (sem intenção de matar, por imprudência, negligência ou imperícia).

Liberação do corpo de Lívia

Segundo a família, o corpo de Lívia foi formalmente identificado pelo Instituto Médico Legal (IML) e liberado na noite de quinta-feira (16). A data e local do sepultamento ainda não foram definidos. O g1 questionou a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP) sobre a liberação, mas não obteve resposta até a última atualização. A mãe da jovem relatou viver um período de "antiluto", visitando diariamente o local do acidente para levar flores, enquanto aguarda autorização para o velório. A família forneceu imagens da arcada dentária para identificação, e o pai cedeu amostra de DNA.

Causas do acidente e exames

A Polícia Civil investiga as causas exatas da colisão. Foi solicitado exame toxicológico do condutor para verificar possível ingestão de substâncias que possam ter contribuído para o acidente.

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