Na agitada rotina do Rio de Janeiro, entre engarrafamentos e encontros inesperados, surge a crônica "Duas Linhas e Meia", que captura a essência do dia a dia carioca. O texto, publicado no blog de Ancelmo Gois, mergulha nas pequenas histórias que tecem a vida na cidade.
Encontros e Desencontros
O cronista relata o encontro casual com um velho amigo na esquina da Rua do Ouvidor. Entre abraços e risadas, relembram os tempos de juventude, enquanto o trânsito segue seu curso lento. A conversa é interrompida pelo som de uma buzina impaciente, mas o momento de afeto persiste.
O Trânsito como Personagem
O trânsito do Rio é quase um personagem à parte. Nas ruas congestionadas, motoristas e pedestres disputam espaço com habilidade e paciência. Um vendedor ambulante oferece água e biscoitos, enquanto uma senhora atravessa a faixa com pressa. O caos se mistura com a solidariedade.
Resiliência Carioca
Apesar dos desafios, os cariocas mantêm o bom humor. Na fila do ponto de ônibus, um grupo comenta o calor e as obras na cidade. Um senhor com uma cuíca improvisa um samba, arrancando sorrisos. É a resiliência que transforma o cotidiano em arte.
O Pôr do Sol no Aterro
A crônica termina com o pôr do sol visto do Aterro do Flamengo. As cores alaranjadas refletem nas águas da Baía de Guanabara, enquanto pessoas correm, pedalam e caminham. Um momento de paz que compensa o dia corrido.
"Duas Linhas e Meia" é um convite para enxergar a beleza escondida no ordinário, uma celebração da vida que pulsa nas ruas do Rio.



