A Baixada Santista registrou 139 mortes no trânsito no primeiro semestre de 2026, um aumento de 2,2% em comparação com o mesmo período de 2025, quando foram contabilizadas 136 vítimas. Os dados são do Infosiga, plataforma do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP).
Motociclistas lideram estatísticas
Os motociclistas foram as principais vítimas, com 66 óbitos, representando uma alta de 17,9% em relação ao ano anterior. Em seguida, vieram os pedestres, com 38 mortes (aumento de 2,7%), e os ocupantes de automóveis, com 13 mortes (alta de 18,2%). As mortes de ciclistas caíram 22,2%, totalizando 21 registros.
Cidades com maiores aumentos
Mongaguá teve o pior desempenho, com o número de vítimas saltando de cinco para 11 (alta de 120%). Guarujá passou de 15 para 25 mortes (aumento de 66,7%), enquanto Bertioga dobrou os registros, de quatro para oito mortes (alta de 100%).
Cidades com reduções
Na contramão, Itanhaém reduziu as mortes de 13 para oito (queda de 38,5%), Peruíbe caiu de 13 para dez vítimas (redução de 23,1%) e Cubatão diminuiu de 17 para 14 mortes (queda de 17,6%). Praia Grande e Santos também apresentaram quedas no semestre, com reduções de 6,9% e 5%, respectivamente.
Recorte de junho
Apenas em junho de 2026, a região contabilizou 20 mortes, contra 19 no mesmo mês de 2025. São Vicente e Cubatão puxaram a alta: em São Vicente, as ocorrências passaram de uma para quatro (aumento de 300%), enquanto em Cubatão subiram de uma para três vítimas (alta de 200%). Por outro lado, Praia Grande reduziu pela metade (de quatro para duas mortes), e Santos caiu de cinco para três (queda de 40%).
Balanço por cidade no 1º semestre
Confira os números de cada município: Bertioga (4 para 8, +100%), Cubatão (17 para 14, -17,6%), Guarujá (15 para 25, +66,7%), Itanhaém (13 para 8, -38,5%), Mongaguá (5 para 11, +120%), Peruíbe (13 para 10, -23,1%), Praia Grande (29 para 27, -6,9%), Santos (20 para 19, -5%) e São Vicente (20 para 17, -15%).



