Mistérios de Barra do Garças: OVNIs, cidade perdida e o único discoporto do mundo
Mistérios de Barra do Garças: OVNIs, cidade perdida e o único discoporto do mundo

A cidade de Barra do Garças, em Mato Grosso, a 516 km de Cuiabá, é palco de diversos mistérios que cercam a Serra do Roncador. Entre as histórias mais conhecidas estão relatos de objetos voadores não identificados (OVNIs), uma suposta cidade perdida e a existência do único discoporto do mundo, construído para receber alienígenas. Apesar das inúmeras narrativas de moradores e visitantes, não há pesquisa científica que comprove a presença paranormal ou extraterrestre na região.

O jornalista e pesquisador Genito Santos, que estuda a área há cerca de 15 anos, afirmou ao G1 ter presenciado situações com OVNIs. Ele também mencionou que outros moradores relataram encontros com extraterrestres, descrevendo-os como seres de cor prateada, com cerca de 1,90 m de altura, olhos grandes e braços alongados, ao contrário do estereótipo verde. "Um morador disse que deu carona para um E.T.", contou Santos.

O indigenista José Eduardo da Costa escreveu o livro "Caminhos do El’Dorado", que aborda a lendária cidade do ouro, supostamente escondida em algum ponto da rota entre Mato Grosso e a Cordilheira dos Andes, um trajeto de cerca de 3 mil quilômetros. A obra também explora a conexão mística entre a Serra do Roncador e os Andes, incluindo referências a cidades subterrâneas como Agartha.

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Outra curiosidade é que o personagem Indiana Jones foi inspirado no arqueólogo Percy Fawcett, que veio a Barra do Garças em 1905 a mando da Coroa Britânica e desapareceu ao buscar uma civilização perdida. Segundo Costa, por mais que o mito do El’Dorado seja fantasioso, Fawcett realmente procurou cidades subterrâneas na região.

Diante dos constantes relatos de luzes brilhantes e presenças sobrenaturais, a Prefeitura de Barra do Garças criou em 1995 o primeiro discoporto do mundo, que passou seis anos fechado para reforma. O local serve como possível ponto de pouso para naves extraterrestres, reforçando o misticismo que envolve a cidade.

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