Reflexões Astrológicas: Lua Cheia, Competição e a Alma Humana
Reflexões Astrológicas: Lua Cheia e a Alma Humana

Oscar Quiroga, em sua coluna, oferece uma série de reflexões que entrelaçam astrologia, filosofia e espiritualidade. Ele começa discutindo o eclipse lunar, descrevendo a sombra da Terra sobre a Lua como um símbolo do somatório das ações humanas, tanto cruéis quanto virtuosas. Critica a visão pessimista de que o mundo está dominado pelo mal, lembrando que as virtudes muitas vezes passam despercebidas por não serem espetaculares.

Competição e Solidariedade

Quiroga contrasta a competição saudável nos esportes com seus efeitos nocivos nas relações humanas, especialmente em guerras e relacionamentos íntimos. Ele defende que a solidariedade e a colaboração são essenciais para a verdadeira felicidade, enquanto a competição nos relacionamentos leva ao empobrecimento espiritual.

Animando os Desanimados

O autor incentiva a busca por uma alegria interior que independa das circunstâncias externas. Ele sugere que, ao cultivar essa alegria, cada um pode se tornar uma força anônima de melhoria para o mundo, mesmo em meio ao caos aparente.

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Decisões Livres

Em um trecho sobre o livre arbítrio, Quiroga reflete sobre como lidamos com desejos não realizados. Ele afirma que a escolha entre ressentimento e motivação é o fundamento da liberdade humana, independentemente de fatores externos ou internos.

O Fragmento da Eternidade

O autor explora a retrogradação de Mercúrio e a conjunção de Vênus e Netuno, sugerindo que esses eventos oferecem oportunidades para resolver problemas complexos e experimentar, mesmo que por instantes, o futuro desejado através da imaginação.

Arquitetos do Destino

Quiroga critica a crença de que os sonhos se realizam por si mesmos, defendendo que devemos nos tornar agentes ativos de nossas esperanças. Com Vênus e Saturno em conjunção, ele vê uma oportunidade para construir nosso próprio destino com pés no chão.

Alegria, Apesar de Tudo

O autor reconhece a angústia coletiva gerada pelas crueldades humanas, mas insiste que ninguém é obrigado a permanecer nesse estado. Ele encoraja a recordar momentos alegres e a decidir andar leve, mesmo diante das adversidades.

Privatização do Universo

Quiroga critica o autocentrismo que nos leva a privatizar o Universo, causando sofrimento. Ele defende um autoconhecimento que comece pela compreensão do Todo, em vez de focar apenas no indivíduo.

Dia de Despreocupação

O autor imagina um feriado dedicado à despreocupação durante a Lua Vazia, mas lamenta que a civilização ignore esses ciclos cósmicos, resultando em violência e desarmonia.

Cenário Tenso

Quiroga alerta para um clima de confronto iminente, com muitas pessoas exigindo satisfação de seus desejos sem disposição para negociar. Ele recomenda moderação para evitar conflitos desnecessários.

Ânimo do Desânimo

O autor propõe transformar a angústia em ação, enfatizando que, embora não seja fácil, é possível superar o desânimo através da decisão e do movimento, mesmo que pequeno.

Uma Manhã Inútil

Quiroga sugere aproveitar a Lua Vazia para descansar e fazer planos, em vez de tentar resolver problemas. Ele defende que momentos de serenidade são essenciais para recarregar as energias.

Catarse

O autor descreve um domingo de tensão acumulada, onde a catarse é inevitável. Ele recomenda canalizar essa energia para exercícios físicos ou objetivos nobres, evitando a violência verbal.

Autoconhecimento

Quiroga critica o excesso de autoconhecimento, que muitas vezes nos leva a projetar nosso microcosmo no macrocosmo. Ele defende um conhecimento que comece pela compreensão do Universo, para depois entender nosso lugar nele.

As Contas Existenciais

O autor reflete sobre a necessidade de equilibrar o que cobramos dos outros com o que oferecemos. Ele diferencia julgamento de condenação, defendendo que todo erro pode ser corrigido.

Vida e Consciência

Quiroga reconhece que não entendemos plenamente a Vida e a Consciência, mas isso não nos impede de usufruí-las. Ele alerta para o risco de nos apegarmos a explicações limitadas, fechando-nos a novas percepções.

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Experiência Subjetiva

O autor defende a validade da experiência subjetiva, muitas vezes relegada a um subproduto químico. Ele argumenta que essa visão empobrece o ser humano, prendendo-o a limitações físicas.

Ano Novo Astrológico

Quiroga critica o pessimismo de quem vê a humanidade como insignificante, lembrando que o mundo atual é o melhor da história. Ele celebra o Ano Novo Astrológico com a entrada do Sol em Áries, incentivando a esperança.

A Conta do Tempo

O autor reflete sobre o tempo perdido em fantasias estéreis, comparando-as à masturbação. Ele defende que o tempo bem aproveitado nos enriquece espiritualmente, enquanto o desperdício nos empobrece.

Uma Teoria Antipática

Quiroga discute a ideia de que o livre arbítrio pode ser uma ilusão, mas argumenta que, sem ele, não haveria sentido na luta entre o bem e o mal, e a civilização entraria em colapso.

Nada de Aprender!

O autor questiona a obsessão por aprender, sugerindo que deveríamos simplesmente ser quem somos, como os animais e as plantas. Ele defende a autorização íntima para existir sem dilemas.

Alimento para a Alma

Quiroga critica a vida na civilização, que muitas vezes nos obriga a desempenhar papéis com os quais não concordamos. Ele aponta o desânimo como prova de que precisamos de alimento espiritual, algo que as religiões decadentes já não oferecem adequadamente.

No Íntimo do Coração

O autor enfatiza a importância de ser quem realmente somos no íntimo, em vez dos personagens que a civilização nos ensina a ser. Ele defende a sinceridade consigo mesmo como caminho para a autenticidade.

Selecionar os Princípios

Quiroga propõe que, em meio à crise existencial, devemos selecionar os princípios eternos e universais que nos guiarão para sermos pessoas de influência positiva em todos os relacionamentos.

Lua Vazia

O autor explica que os períodos de Lua Vazia são convites ao recolhimento subjetivo, mas a civilização os ignora. Ele sugere que reservar esses momentos para alimentar a alma pode reduzir a ansiedade.

Sobrevivência e Autonomia

Quiroga compara os países menores a filhos que, vendo os erros dos pais, buscam seus próprios caminhos. Ele vê na insanidade das grandes potências uma justificativa para que os países menores se unam e busquem maior autonomia.

Descanso

O autor destaca a importância do descanso durante a Lua Vazia, comparando-o ao descanso divino no sétimo dia. Ele defende que os humanos também precisam de recolhimento subjetivo regular.

Desejo e Desentendimento

Quiroga analisa o papel do desejo, junto com a percepção e a ação, como pilares da vida. Com Vênus em Touro, ele prevê que o egoísmo dos desejos dificultará o entendimento entre as pessoas.

Tensão Pré-Lua Cheia

O autor critica o egoísmo que impede a manifestação criativa da Lua Cheia, gerando discórdia em vez de harmonia. Ele defende que o bem-estar coletivo é essencial para a criatividade fluir.

Primeira Lua Cheia

Quiroga vê na primeira Lua Cheia do ano uma oportunidade para distribuir bênçãos através dos relacionamentos, mas alerta que a exclusividade e o individualismo geram divisões e confrontos.

Lua Cheia Vazia

O autor descreve a combinação de Lua Cheia e Vazia como um desafio para nos conectarmos com o Divino, criticando a preferência da humanidade pela profanação e distração.

O Melhor dos Mundos

Quiroga defende que o mundo atual é o melhor da história, apesar das aparências. Ele explica que a liberdade humana, que permite tanto criar quanto destruir, é a base da evolução espiritual.

Percepção Invertida

O autor critica a inversão de valores que coloca o dinheiro e a inteligência artificial como divindades, servindo-se deles em vez de usá-los como instrumentos. Ele alerta para o risco de a humanidade se tornar serva dessas criações.

O Maior Exagero

Quiroga aponta o individualismo exagerado como o maior dos exageros humanos, defendendo que o bem-estar individual é resultado do bem-estar grupal, e não o contrário.

Conforto e Aventura

O autor reflete sobre o equilíbrio entre conforto e aventura, afirmando que o excesso de conforto pode levar à covardia, enquanto a aceitação de certo desconforto é necessária para transcender a inércia.

Segurança e Desafios

Quiroga alerta que o medo de se aventurar envelhece a alma, e que a busca excessiva por segurança pode nos tornar prisioneiros da zona de conforto. Ele defende o discernimento para equilibrar segurança e desafios.

Declínio em vez de Progresso

O autor critica a competição, a tecnologia e o individualismo como pilares do declínio, não do progresso. Ele defende a interdependência solidária como base para relacionamentos saudáveis.

Estimado Marte

Em uma carta a Marte, Quiroga pede que o planeta nos torne valentes e atrevidos, contrariando o medo e o terror que nos apequenam, enquanto Marte ingressa em Áries.

Lua Míngua, Ardor Cresce

O autor vê na Lua Minguante um momento para superar o medo e se lançar à aventura, transformando-se na tormenta que subverte os planos maléficos dos poderosos.

Alimento do Sistema

Quiroga descreve o sistema como um conjunto de contratos invisíveis que se alimentam de individualismo, tecnologia e competição. Ele convida o leitor a escolher entre nutrir o sistema ou a alma.

Os Ardores

O autor distingue o ardor do coração, que nos orienta para ideais elevados, do ardor das vísceras, que nos inclina à brutalidade. Ele afirma que a orientação do ardor é uma decisão íntima.

Agradecimento

Em seu aniversário de 40 anos de coluna, Quiroga agradece aos leitores e reflete sobre o humanismo astrológico, que toca um nervo profundo e comprova a existência de algo maior.

Ordem e Planejamento

O autor recomenda investir tempo em planejamento e organização, comparando-os às preliminares sexuais. Ele afirma que a Vida responde à altura de nossas preparações.

Três Ingredientes

Quiroga lista os três ingredientes para uma ação eficiente: percepção, planejamento e desapego pelos resultados. Ele enfatiza que a ação deve ser sincronizada com desejo e percepção.

A Qualidade dos Desejos

O autor afirma que a qualidade dos desejos define nosso nível de evolução, que não é genético, mas determinado pela orientação do ser interior.

A Vida Protege

Quiroga alerta para o humor oscilante durante a Lua Vazia e explica que a Vida nos protege de nossa prepotência através do desânimo, que nos faz diminuir o ritmo.

Corpo e Alma

O autor contrasta o descanso do corpo com a inquietação da alma durante a Lua Vazia, sugerindo que a alma busca arrumar o tabuleiro existencial.

A Boa e a Má Vontade

Quiroga defende a boa vontade como expressão da riqueza do espírito, enquanto a má vontade é fruto da mesquinharia egoísta e da inconsciência.

Realizar os Pensamentos

O autor critica a busca por poder mágico para realizar pensamentos, afirmando que isso só será possível quando abandonarmos o materialismo e o egoísmo.

Competição Impertinente

Quiroga usa o exemplo do trânsito para criticar a competição inadequada, que gera acidentes. Ele defende a solidariedade como forma de garantir a segurança de todos.

O Lar

O autor reflete sobre a busca por um lar, tanto físico quanto espiritual, lamentando que muitas pessoas não se sintam em casa em seus próprios endereços.

Pensar é Perigoso

Quiroga defende a ideação de um mundo melhor, mesmo que distante da realidade, e afirma que os pensamentos são o gatilho de revoluções que nunca são completamente destruídas.

Resiste!

O autor critica a afirmação de que o cérebro produz pensamentos conscientes, defendendo que a alma deve usar o cérebro como instrumento, e não ser eclipsada por ele.

O povo não é mais o mesmo

Quiroga vê esperança no ingresso de Urano em Gêmeos e em seu bom relacionamento com Plutão em Aquário, acreditando que a era dos impérios chegou ao fim porque o povo não é mais submisso.

Alegria, Apesar de Tudo

O autor repete o tema da alegria como prova de que a vida vale a pena, incentivando a reverenciar a Vida mesmo diante das adversidades.

Distribuição da Vida

Quiroga prepara o leitor para a Lua Cheia mais importante do ano, explicando que o Universo distribui Vida através de todas as entidades, e que recebemos mais quando elevamos o coração.

Pensamentos Impróprios

O autor defende que pensamentos que jamais seriam postos em prática não indicam selvageria, mas podem ser produtos telepáticos de quem carece de amor.

Vida Mais Abundante

Quiroga pede uma trégua nas cobranças para aproveitar a Lua Cheia, que só pode ser recebida em conjunto através de relacionamentos solidários.

Mais Vida Circulando

O autor alerta que a mente pode não estar preparada para a intensidade da Lua Cheia, recomendando orações e meditação para evitar que a Graça se transforme em desgraça.

Lua Cheia de Wesak

Quiroga descreve a Lua Cheia mais importante do ano, quando a Terra se alinha com as Plêiades e Sirius. Ele explica que a Vida circula através do reino espiritual, e que a elevação é condição para recebê-la.

Recebe o Divino

O autor consagra o dia à aproximação ao Divino, independentemente de dogmas, e pede que deixemos de lado as preocupações para receber a alegria da presença divina.

A Presença Divina

Mesmo com a Lua Cheia minguando, Quiroga insiste na importância de manter o Divino presente no coração, como proteção e fundamento de tudo que é auspicioso.

Paraíso Perdido

O autor critica a busca por um Paraíso de férias, afirmando que nascemos para participar da luta entre o egoísmo e a distribuição graciosa da Vida.

A Miséria Não É Natural

Quiroga afirma que a miséria é um invento humano, resultado da acumulação baseada no medo, e que a função do Universo é distribuir Vida, não acumulá-la.

Percepção, Desejo e Ação

O autor defende que a percepção deve vir antes do desejo para que a ação seja justa, alertando que o desejo pode nos aprisionar em fantasias irreais.

Lua Vazia À Tarde

Quiroga recomenda adiantar o expediente para aproveitar a Lua Vazia com o "dolce far niente", criticando a teimosia humana que ignora os ciclos astrológicos.

O Indivíduo Egoísta

O autor condena o egoísmo como ruína da civilização, defendendo que a prosperidade vem do fluxo constante de recursos, não da acumulação.

O Paraíso Impossível

Quiroga repete que não há Paraíso para quem se abstém da luta cósmica, e que a paz vem da participação ativa nessa batalha interior.

Personalidade e Alma

O autor compara a personalidade a um veículo para a alma, alertando para não tratá-la como se fosse tudo que existe.

A Ilusão da Individualidade

Quiroga defende a utilidade da individualidade, mas critica a ilusão de que não estamos conectados aos outros, que nos isola e empobrece.

Experiências Íntimas

O autor explica que grande parte da angústia que sentimos não é nossa, mas resultado do somatório de desesperos da humanidade, e sugere abençoá-la para aliviar o próximo.

De Repente, Alegria!

Quiroga contrasta a tendência humana de se agarrar à angústia com a timidez em relação à alegria, lembrando que milhões de pessoas meditam diariamente para produzir benefícios.

Soluções Sábias

O autor recomenda dedicar tempo a problemas difíceis, pois agora é provável encontrar soluções com sabedoria e serenidade, sem temer o medo.

O Firmamento

Quiroga descreve o firmamento como o apoio consistente que nos orienta na viagem da vida, mesmo que não o compreendamos completamente.

Zona de Conforto

O autor defende a zona de conforto como necessária para a saúde, criticando não ela, mas a pouca sabedoria com que a escolhemos.

Cosmética e Estética

Quiroga contrasta a rotina superficial com a mudança profunda, comparando cosmética e estética, e defendendo que mudanças na rotina criam efeitos prolongados.

A Luta Lendária

O autor descreve as abominações e elevações que ocorrem simultaneamente, criticando a humanidade média que se abstém da luta entre egoísmo e altruísmo.

Substituição Inevitável

Quiroga alerta que a inteligência artificial só substituirá o humano se este se tratar como instrumento, em vez de dono de seu destino.

Sensíveis e Sencientes

O autor define "pensar bem" como tomar as rédeas da mente, aceitando a realidade da alma como ser interior invisível e senciente.

O Mundo Somos Nós

Quiroga afirma que o mundo é o somatório de nossos pensamentos e ações, e que não podemos fugir da responsabilidade de agregar caos ou plantar lucidez.

O Fator Benéfico

O autor defende que o indivíduo só adquire valor através dos relacionamentos, e que deve ser um fator benéfico em todos eles.

A Toxina Da Civilização

Quiroga critica o egoísmo como toxina da civilização, defendendo que a utilidade aos outros é essencial para uma existência significativa.

A Epifania

O autor descreve a epifania como um instante de conexão com algo maior, que pode ser esquecido, mas que indica o caminho para o verdadeiro valor.

Três Em Uma

Quiroga defende que a realidade é objetiva, subjetiva e transcendente ao mesmo tempo, e que para apreciá-la é preciso integrar essas três visões.

As Vitórias do Mal

O autor aponta duas grandes vitórias do Mal: criar argumentos para negar sua existência e convencer que só as religiões podem nos aproximar do Divino, quando na verdade elas nos afastam.

O Trabalho

Quiroga defende a redução da carga horária de trabalho, argumentando que o relógio não reflete os humores humanos e que os períodos de Lua Vazia deveriam ser levados a sério.

Sofrer Por Esporte

O autor reflete sobre o ditado "há males que vêm por bem", criticando a tendência humana de fazer do sofrimento um esporte preferido.

Vingança

Quiroga reconhece a vingança como uma característica humana visceral, apesar de saber que deveria ser substituída pelo perdão.

Inventos Parciais

O autor afirma que a inteligência artificial só substituirá o humano quando tiver corpo e vontade de procriar, criticando a visão distorcida do humano como instrumento.

A Lógica Reflexiva

Quiroga critica a lógica reflexiva por nos fazer acreditar que somos separados da realidade, e a compara à inteligência artificial, que é incapaz de percepção sensível.

Elevação ou Brutalidade

O autor explica que a falta de ritualização das Luas Cheias leva a energia sem objetivo nobre, resultando em brutalidade em vez de elevação.

Tempo e Destino

Quiroga reflete sobre o livre arbítrio, questionando se o destino é escrito ou se temos margem de manobra, e conclui que o tempo é o fundamento de tudo.

Somos como Somos

O autor critica a pretensão de racionalidade humana, listando paixões como ciúme e inveja, e defende que nos aceitarmos como somos aliviaria nossa carga.

Lua Vazia ao Despertar

Quiroga descreve o conflito entre a agenda produtiva e a Lua Vazia, defendendo uma organização do tempo que fundamente uma civilização melhor.

Relacionamentos

O autor afirma que relacionamentos são dinâmicas em perpétua construção, e que sem reciprocidade se tornam monólogos estéreis.

Despreocupação

Quiroga recomenda reservar o dia para o "dolce far niente", usando a Lua Vazia como licença cósmica para praticar a despreocupação.

Coincidência e Casualidade

O autor distingue coincidência de casualidade, defendendo que as coincidências são cheias de significado e não devem ser confundidas com aleatoriedade.

Empobrecimento Espiritual

Quiroga critica a paixão humana por ser maldito como os vampiros, em vez de buscar ser uma presença abençoada, resultando em empobrecimento espiritual.

Alegria Real

O autor define a alegria real como aquela que não precisa ser ocultada por mentiras nem causa sofrimento alheio, motivando-nos a ser pessoas melhores.

Mentira É Investimento

Quiroga analisa o custo energético da mentira, que requer inteligência e contenção, e conclui que o tempo investido em mentiras complica nossos destinos.

Lua Vazia Ao Despertar

O autor recomenda substituir a ansiedade por confiança ao despertar com Lua Vazia, respirando fundo e recusando-se a conversar com a ansiedade.

Uma Pessoa Amável

Quiroga defende que o amor é atividade, não expectativa passiva, e que devemos investir em nos tornar amáveis para atrair o amor que desejamos.

O Ego Não É o Culpado

O autor redime o Ego, afirmando que ele é necessário para integrar experiências, e que a culpa pelos males está na mesquinharia e na curta visão.

A Lua É Nova?

Quiroga questiona a ideia de que a Lua Nova traz renovação, lembrando que a Lua é velha, e defende que a verdadeira renovação vem de combater o medo e escrever o próprio destino.