No domingo, 25, Rússia e Ucrânia trocaram centenas de prisioneiros, de acordo com o Ministério da Defesa russo. A pasta informou que cada lado trouxe para casa mais 303 soldados, após a liberação de um total de 307 combatentes e civis no sábado e 390 na sexta-feira. Esta foi a maior troca de prisioneiros desde o início da guerra, há mais de três anos.
O anúncio ocorreu horas depois de um ataque em grande escala com drones e mísseis russos contra regiões ucranianas, que matou pelo menos 12 pessoas, segundo autoridades locais. Os serviços de emergência ucranianos descreveram o domingo como uma “noite de terror na região de Kiev” em uma mensagem no Telegram. Foram derrubados 45 mísseis e 266 drones russos, de um total de 367 lançados durante a nova onda de bombardeios noturnos que atingiu a maior parte do país.
O presidente da Ucrânia, Volodmir Zelenski, fez um apelo por pressão internacional sobre a Rússia para interromper os ataques e o conflito. “Sem uma pressão realmente forte sobre os líderes russos, essa brutalidade não pode ser detida. As sanções certamente ajudarão”, disse Zelenski nas redes sociais, pedindo aos Estados Unidos, países europeus e “todos aqueles que buscam a paz” que mostrem “determinação” para levar o presidente russo, Vladimir Putin, a “encerrar a guerra”.



