Maldini e Leonardo renunciam na Itália após 16 dias no cargo
Maldini e Leonardo renunciam na Itália após 16 dias

Paolo Maldini e Leonardo renunciaram aos seus cargos na Federação Italiana de Futebol (FIGC) apenas 16 dias após serem contratados, conforme noticiou a imprensa europeia. A saída dos dois ex-jogadores e dirigentes ocorreu após o presidente da federação, Giovanni Malagò, opor-se à nomeação de Andrea Pirlo como técnico principal da seleção italiana.

Contexto da contratação

Maldini e Leonardo haviam sido anunciados como novos dirigentes da FIGC em 11 de julho de 2026, com a missão de reformular o departamento técnico da seleção. A dupla, que possui vasta experiência no futebol italiano e internacional, foi recebida com entusiasmo pela torcida e pela mídia esportiva.

Divergência sobre o técnico

O principal ponto de discórdia foi a escolha do novo treinador da Azzurra. Maldini e Leonardo defendiam a nomeação de Andrea Pirlo, ex-meio-campista da seleção e atualmente sem clube, para substituir o técnico anterior. No entanto, o presidente Giovanni Malagò vetou a indicação, alegando que Pirlo não tinha experiência suficiente para comandar a equipe nacional em um momento crucial de renovação.

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Renúncia imediata

Diante da recusa de Malagò, Maldini e Leonardo optaram por renunciar de forma imediata e conjunta. Em comunicado interno, a FIGC confirmou a saída dos dois dirigentes, agradecendo pelos serviços prestados, mas sem entrar em detalhes sobre os motivos. A imprensa europeia, porém, apurou que a decisão foi tomada em protesto contra a interferência do presidente nas decisões técnicas.

Impacto na Federação

A saída repentina de Maldini e Leonardo representa um revés para os planos de modernização da FIGC. Ambos eram vistos como peças-chave para aproximar a federação dos grandes centros do futebol europeu e restaurar a competitividade da seleção italiana, que não disputa uma Copa do Mundo desde 2014 e busca se reerguer após anos de resultados abaixo do esperado.

Reações e próximos passos

Até o momento, nem Maldini nem Leonardo se pronunciaram publicamente sobre a renúncia. A FIGC informou que iniciará imediatamente a busca por novos nomes para ocupar os cargos vagos. Enquanto isso, a indefinição sobre o comando técnico da seleção permanece, com Andrea Pirlo descartado e outros candidatos sendo avaliados.

Histórico das relações

Maldini e Leonardo já haviam trabalhado juntos no Milan, onde conquistaram títulos importantes como jogadores e, posteriormente, como dirigentes. A parceria era vista como promissora, mas o curto período na FIGC deixou claro que as divergências com a cúpula da federação eram insuperáveis.

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