Lula reafirma apoio à reconstrução da Venezuela após terremotos
Lula reafirma apoio à reconstrução da Venezuela

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reafirmou, durante visita a Caracas nesta quinta-feira (10), o compromisso do Brasil em apoiar a reconstrução da Venezuela após os terremotos que atingiram o país na semana passada. Os abalos sísmicos, de magnitudes 7,3 e 6,8, causaram destruição em diversas cidades, deixando centenas de mortos e milhares de desabrigados.

Declaração de apoio

Em declaração conjunta com o presidente venezuelano Nicolás Maduro, Lula afirmou: “O Brasil está solidário com o povo venezuelano neste momento difícil. Vamos oferecer toda a assistência técnica e financeira necessária para a reconstrução das áreas afetadas.” Segundo o governo brasileiro, a ajuda incluirá o envio de engenheiros, doação de materiais de construção e financiamento de projetos de infraestrutura.

Impactos dos terremotos

Os terremotos, ocorridos em 3 e 5 de julho, devastaram cidades como Mérida e San Cristóbal. Dados oficiais indicam que mais de 300 pessoas morreram e cerca de 50 mil ficaram desabrigadas. A infraestrutura local foi severamente danificada, com hospitais, escolas e estradas destruídas ou comprometidas. A economia venezuelana, já fragilizada, sofreu um novo golpe com a paralisação de atividades produtivas nas regiões afetadas.

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Cooperação bilateral

Lula destacou que a cooperação entre Brasil e Venezuela será intensificada, não apenas na resposta emergencial, mas também em projetos de longo prazo para mitigar desastres naturais. “Vamos trabalhar juntos para fortalecer a prevenção e a resiliência das comunidades venezuelanas”, completou o presidente. Maduro agradeceu o apoio brasileiro e ressaltou a importância da solidariedade regional diante de tragédias.

Reações internacionais

Outros países latino-americanos também manifestaram apoio à Venezuela. A Argentina e o Chile enviaram equipes de resgate e donativos. A Organização das Nações Unidas (ONU) anunciou a liberação de fundos emergenciais para auxiliar as vítimas. No entanto, a crise humanitária na Venezuela, agravada pelos terremotos, exige esforços coordenados e contínuos da comunidade internacional.

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