O capítulo das finanças público-privadas da era Trump compõe um dos retratos mais vergonhosos dos 250 anos de independência da nação americana, segundo a colunista Dorrit Harazim. A nova ponte entre Detroit e Windsor, financiada pelo Canadá, enfrenta resistência dos Maroun, donos da ponte antiga, que doaram US$ 1 milhão ao Super PAC de Trump. Em troca, Trump adiou a inauguração, favorecendo interesses privados em detrimento do bem público.
Lucros obscuros e negócios familiares
O relatório financeiro de Trump revela ganhos obscuros, como negociações de tungstênio e investimentos dos filhos em drones ligados ao Pentágono. Isso ilustra a transformação da Casa Branca em máquina de lucro pessoal. A coluna de Dorrit Harazim, publicada em 3 de julho de 2026, destaca que esses escândalos financeiros são um dos capítulos mais vergonhosos dos 250 anos da independência americana.
Resistência e adiamento de obras públicas
A ponte entre Detroit e Windsor, essencial para o comércio bilateral, teve sua inauguração adiada por Trump após doações dos Maroun ao seu comitê de ação política. A decisão privilegiou interesses privados, retardando uma obra de infraestrutura crucial. O caso exemplifica como a administração Trump mesclou interesses públicos e privados em benefício próprio.



