Entenda o caso
A prisão do vereador Senival Moura (PT), líder do partido na Câmara Municipal de São Paulo, expôs um esquema de lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC) utilizando a empresa de ônibus Transunião. A investigação teve início após o assassinato do então presidente da companhia, Adauto Soares Jorge, em 2020.
Investigação e prisão
Segundo a polícia, Senival Moura é acusado de manter ligações com a facção criminosa e de movimentar milhões de reais sem origem declarada. A Transunião, que opera linhas de ônibus na capital paulista, teria sido usada para canalizar recursos ilícitos. A operação que resultou na prisão do vereador foi deflagrada nesta semana e cumpre mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao político e à empresa.
Reação da prefeitura
A Prefeitura de São Paulo informou que não interromperá as operações da Transunião, mas que irá intervir administrativamente na empresa para garantir a continuidade dos serviços prestados à população.



