A esposa do primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, será julgada por corrupção. Begoña Gómez é suspeita de tráfico de influência para a criação de uma cátedra em uma universidade em Madri. A Justiça espanhola determinou a retenção de seu passaporte, impedindo-a de deixar o país.
Investigação e acusações
O caso teve início após denúncia de um grupo anticorrupção. Begoña Gómez é acusada de usar sua posição para obter benefícios indevidos na criação de uma cátedra universitária. A defesa nega as acusações e alega perseguição política.
Repercussão política
A crise judicial adiciona pressão ao governo de Sánchez, que já enfrenta escândalos e depende de uma frágil coalizão parlamentar. O Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) defende a inocência de Gómez e critica a investigação como motivada politicamente.
O julgamento deve ocorrer nos próximos meses, enquanto a investigação continua. A decisão de reter o passaporte visa garantir que Gómez permaneça disponível para o processo judicial.



