O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que conversou com o senador Lindsey Graham na noite deste sábado (11), poucas horas antes de o parlamentar ser encontrado morto em casa, em Washington D.C. Graham tinha 71 anos e era um dos principais conselheiros de Trump em assuntos de política externa.
Declarações de Trump sobre a morte de Graham
Trump falou sobre o senador em entrevista por telefone ao programa "Meet the Press", da rede de TV NBC. "É difícil perdê-lo. Ele era ótimo e muito especial, em todos os sentidos", disse Trump. Segundo o presidente, Graham havia acabado de voltar de uma viagem para Kiev, na Ucrânia, e relatou estar cansado. "Tirando o cansaço, ele estava ótimo", disse Trump.
Trump disse, na entrevista, acreditar que Graham teve uma "morte rápida". "Talvez não seja o pior jeito de partir", completou. O presidente relatou que a ligação aconteceu por volta das 19h, e que no início da madrugada deste domingo (12) recebeu uma mensagem da equipe do senador informando a morte. Ao longo da entrevista, Trump afirmou que Graham era "como um membro da sua família" e que "amava ser um político".
Circunstâncias da morte
Segundo o comunicado do gabinete de Graham, o senador morreu após uma "doença repentina e breve". A causa oficial da morte, no entanto, não foi divulgada. Segundo apuração da própria NBC, o serviço de emergência atendeu a um chamado de parada cardíaca no endereço de Graham.
Reação internacional
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou estar "profundamente entristecido" com a morte de Graham, e o descreveu como um "verdadeiro defensor da liberdade e dos valores que tornam o nosso mundo mais seguro."
Trajetória política
Graham foi eleito para o Senado dos Estados Unidos em 2002. O site do senador afirma que ele "defendeu de forma consistente resultados na Guerra ao Terror que protegessem os interesses de segurança nacional de longo prazo" dos Estados Unidos.



