O artigo discute a Lei Rouanet e critica a forma como ela é defendida, sugerindo que, em vez de tratar a lei como intocável, é necessário debater melhorias. Destaca que estudos da FGV mostram um retorno econômico inflacionado, misturando recursos públicos e privados. Argumenta que o dinheiro renunciado já circulava na economia e questiona a eficácia do investimento cultural em relação a outras áreas. Propõe que defensores da lei busquem aprimorá-la, considerando um debate aberto e construtivo.


