O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) saiu em defesa do presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, após a Polícia Federal (PF) bloquear R$ 119 milhões em bens do dirigente partidário. A decisão, tomada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, foi duramente criticada por Eduardo, que classificou o magistrado como um 'comunista totalitário' indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para 'perseguir adversários políticos'.
Eduardo nega pedidos de Valdemar para verbas
Eduardo Bolsonaro também negou ter recebido pedidos de Valdemar Costa Neto para a indicação de emendas parlamentares. A declaração ocorre em meio à investigação que apura suposto desvio de recursos públicos por meio de emendas de relator, as chamadas 'emendas do orçamento secreto'. O ex-deputado questionou a interpretação jurídica que fundamentou o bloqueio dos bens, argumentando que as emendas são instrumentos legais de destinação de recursos.
Flávio Bolsonaro também critica ação da PF
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) também se manifestou contra a operação da PF, classificando-a como 'arbitrária' e 'politicamente motivada'. Em suas redes sociais, Flávio afirmou que a ação visa atingir o partido e seus membros, especialmente às vésperas de eleições. As críticas dos Bolsonaro a Dino e à PF reforçam o discurso de perseguição política adotado pela oposição.
O bloqueio de bens de Valdemar Costa Neto foi determinado no âmbito de inquérito que investiga supostas irregularidades em contratos de publicidade e emendas parlamentares. A defesa de Valdemar ainda não se manifestou oficialmente sobre o caso.



