Pautas-bomba: irresponsabilidade do Congresso ameaça economia
Editorial critica pautas-bomba no Congresso, alertando para riscos fiscais e econômicos, e cobra responsabilidade dos parlamentares.
Editorial critica pautas-bomba no Congresso, alertando para riscos fiscais e econômicos, e cobra responsabilidade dos parlamentares.
Opinião de Pablo Ortellado sobre o conservadorismo na geração Z: é preciso evitar generalizações e considerar a diversidade de influências sociais e culturais.
Davi Alcolumbre repete estratégia de Eduardo Cunha ao articular pautas-bombas que podem custar R$ 200 bilhões, enquanto enfrenta investigações.
Ex-ministro da Educação, Camilo Santana, diverge do governo Lula ao defender classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas, criticando 'politicagem' na segurança.
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RecomendadoPromotor Lincoln Gakiya, símbolo no combate a facções criminosas, recebeu o Prêmio Faz Diferença 2025 na categoria Brasil, em cerimônia no Rio de Janeiro.
O Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri) foi laureado na categoria Mundo do Prêmio Faz Diferença 2025, reconhecendo seu papel em aproximar o Brasil dos debates globais.
Afonso Borges, gestor cultural, recebe o prêmio Faz Diferença 2025, destacando o poder da literatura em unir pessoas profundamente.
No Prêmio Faz Diferença 2025, João Roberto Marinho destacou o papel essencial da imprensa e do jornalismo para a democracia brasileira.
Em ano eleitoral, governo e Congresso praticam política clientelista, aprovando medidas que excedem o orçamento e comprometem o futuro do país.
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RecomendadoMinistérios da Fazenda e Planejamento alertam que nove pautas-bomba no Congresso podem gerar impacto fiscal de R$ 111 bilhões anuais, destacando-se o PL 5.122/2023 e o PLP 108/2021.
Nove projetos em tramitação no Congresso Nacional podem causar impacto fiscal de R$ 111 bilhões anuais, segundo os Ministérios da Fazenda e Planejamento. Medidas como renegociação de dívidas e ampliação do Simples Nacional preocupam especialistas.
Trump cancela ataques ao Irã e volta a falar em acordo. Eleições no Peru seguem acirradas. El Niño confirmado pela NOAA. Senado aprova pautas-bomba.
Eduardo Bolsonaro apoia deputada Júlia Zanatta como vice na chapa presidencial de Flávio, destacando lealdade e atuação no Congresso. Flávio ainda não definiu a escolha.
Supremo Tribunal Federal retoma análise de recursos que ampliam responsabilidade de plataformas digitais por conteúdos ilegais publicados por usuários.
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RecomendadoLahesio Bonfim (Novo) anunciou desistência da pré-candidatura ao Governo do Maranhão e foco em 2026, com pré-candidatura ao Senado.
Endrick marca gol decisivo contra o Egito, mas coluna alerta: não siga os passos de Neymar, evite polêmicas e mantenha o foco no futebol.
Em ano eleitoral, Senado aprova pautas-bomba que somam R$ 215 bilhões, forçando governo a vetar medidas populares ou aumentar dívida. Oposição critica gestão fiscal de Lula.
Análise do Claritor mostra que a maioridade penal gerou apenas 4,4 milhões de impactos digitais, muito abaixo de temas como Neymar (630 mi) e detergente Ypê (271 mi).
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RecomendadoPesquisa aponta queda de 10 pontos na aprovação de Lula em relação a 2020, enquanto Bolsonaro mantém base. Disputa eleitoral se intensifica.
Uma bolsa de couro produzida a partir de células inspiradas em vestígios de Tyrannosaurus rex será leiloada em Paris, com valor estimado entre US$ 350 mil e US$ 580 mil.
A campanha digital de Lula enfrenta disputas internas por influência na estratégia online. Sidônio Palmeira foca em mídia tradicional, enquanto Stuckert e Briones gerenciam redes sociais com abordagem combativa.
Mini-índice (WINM26) cai 0,82%, aos 168.750 pontos, pressionado por inflação dos EUA e tensões no Oriente Médio. Análise técnica indica suporte em 168.650 e resistência em 168.900.
Flávio Bolsonaro é criticado por tarifas e caso Master, enquanto Lula melhora avaliação. Pesquisa mostra 47% de apoio a Lula sobre tarifas e 65% desaprovam financiamento de filme.
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RecomendadoAnálise aponta que eventos como Gilmarpalooza e Caso Master revelam um festival de cinismo na política brasileira, com atores agindo de forma contraditória e oportunista.
Pesquisa do Instituto Locomotiva mostra que eleitor brasileiro prioriza dificuldades financeiras do dia a dia em vez de indicadores econômicos ao votar. Independentes são 32% e rejeitam Lula e Flávio.
Livro do Cebrap revela que bolsonarismo é um partido político não registrado, com disciplina férrea e máquina secreta, atuando nas redes sociais.
Em meio ao excesso de notícias, a jornalista Cora Rónai defende o direito de não ter opinião sobre tudo e reflete sobre o limite biológico de 150 relações sociais estáveis.
Flávio Bolsonaro tenta expandir eleitorado além do bolsonarismo, focando em mulheres, jovens e idosos, para reduzir distância para Lula nas pesquisas de 2024.
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RecomendadoEm ano eleitoral, Senado aprova medidas de alto impacto fiscal, como aumento do piso de médicos e renegociação de dívidas rurais, gerando alerta de R$ 270 bilhões.