Trump enterra acordo com Irã e petróleo Brent dispara 5%
Trump enterra acordo com Irã e petróleo Brent dispara 5%

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enterrou definitivamente o acordo nuclear com o Irã, reacendendo temores de uma nova guerra no Oriente Médio. Em declaração à imprensa, Trump afirmou: 'Para mim, acho que acabou. É uma perda de tempo lidar com eles'. A fala ocorre após novos ataques e a quebra do cessar-fogo na região.

Petróleo Brent dispara 5% com tensões

O barril do petróleo Brent registrou alta de 5% nesta quarta-feira, impulsionado pela escalada das tensões entre EUA e Irã. O mercado de commodities reagiu imediatamente à decisão de Trump, que também impôs novas sanções ao setor petrolífero iraniano. Analistas apontam que a volatilidade deve persistir enquanto não houver sinais de diálogo.

Dólar sobe com aversão a risco

O dólar comercial avançou frente ao real, refletindo o movimento global de aversão a risco. Investidores migraram para ativos considerados mais seguros, como o ouro e títulos do Tesouro americano. A moeda norte-americana fechou o dia cotada a R$ 5,45, alta de 1,2%.

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Mercados asiáticos fecham mistos

As bolsas da Ásia encerraram o pregão sem direção única, com investidores avaliando o impacto da ruptura do acordo. O índice Nikkei, em Tóquio, caiu 0,8%, enquanto o Xangai Composto subiu 0,3%. A incerteza geopolítica pesou sobre os papéis de empresas ligadas a energia.

Irã acusa EUA de violar memorando

O governo iraniano emitiu nota oficial acusando os Estados Unidos de violarem o memorando que encerrou a guerra anterior. Segundo Teerã, as novas sanções sobre o petróleo configuram quebra do acordo. 'Os EUA mostram que não são confiáveis para negociações', declarou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã.

Impacto no mercado brasileiro

No Brasil, o Ibovespa operou volátil, com destaque para as ações da Petrobras, que subiram 2,3% acompanhando a alta do petróleo. Por outro lado, papéis de empresas aéreas recuaram com o aumento dos custos de combustível. O dólar mais caro também pressionou setores dependentes de importações.

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