Onda de calor na Inglaterra e Gales causa 2,7 mil mortes, aponta estudo
Calor extremo mata 2,7 mil na Inglaterra e Gales, diz estudo

Um estudo recente revelou que as ondas de calor registradas em maio e junho causaram mais de 2,7 mil mortes na Inglaterra e no País de Gales. Os dados foram divulgados por pesquisadores da Imperial College London e outras instituições, que utilizaram modelos climáticos e informações meteorológicas para estimar o impacto do calor extremo na saúde pública.

Metodologia e resultados do estudo

Os especialistas analisaram temperaturas recordes e compararam com séries históricas para quantificar o excesso de óbitos. Segundo o estudo, o calor intenso foi responsável por um aumento significativo na mortalidade, especialmente entre idosos e pessoas com doenças crônicas. Os modelos climáticos indicam que eventos como este se tornarão mais frequentes e severos com o avanço das mudanças climáticas.

Declarações de especialistas

"Os modelos do estudo ajudam a ilustrar a magnitude do risco associado ao calor extremo e a ameaça crescente que mudanças climáticas representam para o bem-estar", afirmou um dos pesquisadores envolvidos. A pesquisa reforça a necessidade de políticas de adaptação e mitigação para proteger a população.

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Impactos na França e outros países

A França também enfrenta consequências severas do calor, com incêndios florestais e alertas de saúde pública. O estudo britânico serve como alerta para que governos implementem medidas preventivas, como sistemas de alerta precoce e infraestrutura resiliente ao calor.

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