Os bombardeios dos Estados Unidos no Irã deixaram 14 mortos e 78 feridos em dois dias, conforme balanço divulgado pelo governo iraniano. Os ataques mais recentes atingiram a província de Cuzistão, no oeste do país, onde três pessoas morreram. A escalada do conflito ocorre após o presidente americano Donald Trump declarar o cessar-fogo encerrado, elevando a tensão entre Washington e Teerã a níveis críticos.
Detalhes dos ataques e impacto humanitário
Segundo fontes oficiais iranianas, os bombardeios dos últimos dois dias miraram instalações militares e civis, resultando em vítimas fatais e dezenas de feridos. O governo iraniano condenou veementemente as ações, classificando-as como violação do direito internacional. A região de Cuzistão, estratégica por suas reservas de petróleo, foi alvo de novos ataques, que mataram três pessoas e feriram outras 12, de acordo com relatos locais.
Contexto da escalada e riscos para o comércio global
A decisão de Trump de encerrar o cessar-fogo reacendeu as hostilidades, que já haviam causado dezenas de mortes em semanas anteriores. O aumento da tensão no Estreito de Ormuz, rota vital para o transporte de petróleo, preocupa a comunidade internacional. Ataques a embarcações comerciais na região foram registrados, elevando o temor de uma interrupção no fornecimento global de energia. Analistas apontam que o conflito pode se expandir para outros países do Oriente Médio.
Reações e perspectivas
O governo iraniano prometeu retaliação, enquanto os EUA justificam os bombardeios como resposta a ameaças à segurança. A ONU e diversas nações pedem moderação e retomada do diálogo. Até o momento, não há sinais de desescalada, e a região permanece em alerta máximo.



