O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que o acordo com o Irã está 'acabado', em meio a uma escalada de tensões militares que derrubaram os mercados globais e dispararam o preço do petróleo. O Dow Jones Futuro registra queda, enquanto o petróleo saltou 5% com os ataques iranianos a alvos no Bahrein e no Kuwait, após uma onda de ataques dos EUA.
Impacto nos mercados financeiros
O clima de guerra levou investidores a buscarem ativos seguros, pressionando as bolsas. O Ibovespa opera volátil, com destaque para ações como Petrobras, Motiva, Tenda, Assaí e Klabin. A ata do Fed e as tensões geopolíticas dominam o noticiário econômico. 'A incerteza é o maior inimigo dos mercados', afirma analista da AZ Quest. 'A infraestrutura digital é a maior oportunidade do Brasil', completa, em meio à busca por setores defensivos.
Reação do governo brasileiro
O governo Lula repudiou a participação de Flávio Bolsonaro em audiência nos EUA, classificando-a como 'traição à pátria'. A Polícia Federal vê indícios de que o vazamento de conversas de Vorcaro saiu de material da CPI. Enquanto isso, a Câmara deve adiar a votação do projeto que eleva o teto do MEI para depois do recesso.
Petróleo e energia
O petróleo disparou com os ataques a instalações no Oriente Médio. O Irã afirmou que os EUA violaram o memorando de fim da guerra ao impor sanções sobre petróleo. A tensão também afeta o setor de energia limpa, com investidores avaliando riscos.
Outros destaques
A Tenda registrou recordes de lançamentos e vendas no 2º trimestre. A XP amplia acesso a fundos fechados com compra e venda pelo aplicativo. Fundos de renda fixa decepcionam mesmo com juro alto. A violência financeira contra idosos é tema de alerta. E o Brasil ainda consome pouco chocolate, com grande potencial de expansão.



