Cresce movimento ultraconservador contra direitos femininos globais
Ultradireita global ameaça direitos femininos

A fala de Paulo Figueiredo contra o direito de voto das mulheres não é uma declaração isolada de um fanfarrão em busca de viralização. Ela integra um discurso da ultradireita que cresce mundialmente, mirando retroceder conquistas femininas. O fenômeno evoca o cenário distópico de Gilead, de "O Conto da Aia", onde mulheres são privadas de direitos básicos.

Contexto global do movimento ultraconservador

Nos Estados Unidos, propostas como o "Save America Act" criam barreiras eleitorais que afetam desproporcionalmente mulheres e minorias. A ultradireita mundial almeja restringir direitos civis femininos, incluindo o voto, o acesso ao aborto e a participação política. Segundo analistas, o movimento ganha força com o apoio de lideranças como Donald Trump e Jair Bolsonaro.

Declarações de Paulo Figueiredo

Paulo Figueiredo, em encontro com Flávio e Eduardo Bolsonaro, defendeu que o voto feminino teria sido um erro histórico. A declaração foi recebida com críticas de movimentos feministas e entidades de direitos humanos. "Isso representa um retrocesso inaceitável", afirmou uma porta-voz do Observatório de Gênero.

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Impacto no Brasil e no mundo

No Brasil, o discurso ecoa entre grupos bolsonaristas e ganha espaço nas redes sociais. Especialistas alertam que a normalização dessas ideias pode levar a políticas públicas restritivas. A coluna de Míriam Leitão, que acompanha o noticiário há 50 anos, destaca a urgência de se contrapor a essa corrente.

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