A Venezuela enfrenta uma crise humanitária após dois terremotos que deixaram 1.430 mortos e 3.238 feridos, conforme anunciou o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez. O desastre também desalojou 3.142 famílias, que perderam suas casas, agravando a já crítica situação econômica e social do país.
Detalhes do desastre e operações de resgate
Os terremotos, cujas magnitudes não foram divulgadas, atingiram regiões populosas, causando destruição em larga escala. Equipes de resgate, incluindo do Brasil, mobilizam-se para buscar sobreviventes nos escombros. A população local cobra maior agilidade do governo, que enfrenta dificuldades logísticas devido à infraestrutura precária.
Impacto humanitário e críticas
Além dos mortos e feridos, 3.142 famílias ficaram desabrigadas, muitas vivendo em abrigos improvisados. A falta de água potável, alimentos e medicamentos é crítica. Organizações internacionais oferecem ajuda, mas a burocracia e a crise política dificultam a distribuição de suprimentos. Rodríguez afirmou que o governo está empenhado em prestar assistência, mas a população critica a resposta lenta.
Mobilização internacional
O Brasil enviou equipes de busca e salvamento, além de doações. Outros países da América Latina também ofereceram apoio. A ONU monitora a situação e pede acesso humanitário irrestrito. A Venezuela, que já enfrentava escassez de recursos, agora lida com uma das piores tragédias naturais de sua história recente.



