Uma tumba de aproximadamente 3.000 anos foi descoberta em Luxor, no sul do Egito, por uma equipe de arqueólogos holandeses da Universidade de Leiden. O achado ocorre em um momento estratégico para o país, que busca promover novas descobertas arqueológicas para revitalizar o turismo, setor vital para a economia egípcia.
Detalhes da descoberta
A tumba pertence a Paser, um oficial do período Raméssida (cerca de 1292–1069 a.C.). Luxor, conhecida como a antiga Tebas, abriga alguns dos sítios arqueológicos mais importantes do mundo, como o Vale dos Reis e o Templo de Karnak. A escavação foi liderada pelo Dr. Nico Staring, da Universidade de Leiden, que afirmou: "Esta descoberta oferece novas perspectivas sobre as práticas funerárias e a vida dos oficiais durante o Império Novo".
Impacto no turismo egípcio
O governo egípcio tem investido em divulgação de novos achados para atrair visitantes internacionais. Em 2025, o turismo representou cerca de 12% do PIB do país. A descoberta em Luxor já gerou expectativa de aumento no fluxo de turistas, especialmente para a região sul. O Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito declarou que "cada nova tumba é uma janela para a história e um convite para o mundo conhecer nosso patrimônio".
Próximos passos da pesquisa
Os arqueólogos continuam a estudar o local, que ainda não foi totalmente escavado. Acredita-se que a tumba contenha câmaras adicionais com artefatos e inscrições que podem revelar mais sobre a hierarquia social e as crenças religiosas da época. A equipe da Universidade de Leiden planeja publicar os resultados preliminares nos próximos meses.



