O supertufão Bavi provocou 'grandes danos' na ilha de Rota, no arquipélago das Marianas, no Oceano Pacífico, de acordo com autoridades locais. O Serviço Meteorológico Nacional dos Estados Unidos (NWS) havia emitido alertas de 'danos catastróficos' antes da chegada da tempestade, que atingiu a região com ventos sustentados de até 289 km/h.
Ventos extremos e inundações atingem Rota
As rajadas do supertufão Bavi, classificadas como de categoria equivalente a um furacão de nível máximo, causaram destruição generalizada em Rota, uma ilha com aproximadamente 1.500 habitantes. Relatos iniciais indicam que ventos fortes e inundações costeiras afetaram residências, infraestrutura e vegetação. A Defesa Civil local ainda avalia a extensão total dos estragos, mas imagens aéreas mostram telhados arrancados, árvores derrubadas e áreas alagadas.
Alerta prévio do NWS evitou perda maior de vidas
O NWS havia classificado Bavi como um 'super tufão' e alertado para 'danos catastróficos' em Rota e ilhas vizinhas. As autoridades recomendaram evacuações e abrigo em estruturas reforçadas. Até o momento, não há confirmação de vítimas fatais, mas os danos materiais são considerados severos. 'A tempestade foi tão intensa quanto prevíamos', afirmou um porta-voz do NWS, destacando que a preparação foi crucial para minimizar riscos à vida.
Comparação com tufões anteriores
O impacto de Bavi lembra eventos recentes na região, como os tufões Sinlaku e Mawar, que devastaram as Marianas em 2023. Sinlaku causou inundações e deslizamentos, enquanto Mawar, um dos mais fortes já registrados, deixou um rastro de destruição em Guam e Rota. A recorrência de fenômenos extremos acende alertas sobre os efeitos das mudanças climáticas no Pacífico, onde o aquecimento das águas oceânicas potencializa a intensidade dos tufões.
Resposta emergencial e reconstrução
Equipes de resgate e assistência humanitária já estão mobilizadas para atender a população de Rota. A Agência Federal de Gerenciamento de Emergências (FEMA) dos EUA coordena o envio de suprimentos, incluindo alimentos, água potável e lonas para cobertura de telhados danificados. A reconstrução da infraestrutura deve levar meses, e as autoridades locais pedem paciência à comunidade enquanto os trabalhos de limpeza e reparo prosseguem.



