A China, com seus 200 milhões de torcedores e investimentos maciços, ainda busca um lugar na Copa do Mundo. A última participação da seleção chinesa foi em 2002, na Coreia do Sul e no Japão. Desde então, o país não conseguiu se classificar para o torneio, apesar dos esforços do governo e do presidente Xi Jinping, que expressou o desejo de ver a China competir e até sediar o evento.
Desafios persistentes
Enquanto outras seleções asiáticas avançam, a China enfrenta dificuldades. As transmissões televisivas dos jogos da Copa do Mundo de 2026, por exemplo, mostram a diferença: em Xangai, torcedores assistem à partida de abertura entre México e África do Sul em bares esportivos, mas sem a presença do time chinês. O investimento no futebol local não se traduziu em resultados em campo.
Destaque individual
Apesar dos problemas coletivos, a árbitra Ma Ning ganhou destaque e popularidade nas redes sociais, sendo um dos poucos nomes chineses em evidência no cenário mundial do futebol.
A China continua a investir pesado, mas o sonho de retornar à Copa do Mundo ainda parece distante.



