Casa Branca endurece discurso sobre árbitro somali barrado nos EUA
Casa Branca endurece discurso sobre árbitro somali barrado

A Casa Branca endureceu seu discurso sobre Omar Artan, o árbitro somali que foi barrado ao tentar entrar nos Estados Unidos para apitar na Copa do Mundo de 2026. Andrew Giuliani, integrante do comitê organizador do evento, afirmou que Artan mantinha contatos com pessoas consideradas perigosas para a segurança nacional.

O caso de Omar Artan

Omar Artan, que seria o primeiro árbitro da Somália a atuar em uma Copa do Mundo, foi deportado após uma longa entrevista migratória em Miami. A FIFA tentou reverter a decisão, mas não obteve sucesso. A situação gerou revolta na Somália, onde Artan foi recebido como herói ao retornar ao país.

Reações e consequências

A comunidade internacional acompanha o caso com atenção. Enquanto a Casa Branca justifica a medida com base em questões de segurança, críticos apontam possíveis excessos e discriminação. A ausência de Artan na Copa representa uma perda significativa para a representatividade somali no esporte.

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