Menino morto por desnutrição: família fecha acordo com escola de NY
Menino morto por desnutrição: família fecha acordo com escola

A família de Peter Cuacuas, um menino de sete anos que morreu de desnutrição em Nova York, nos Estados Unidos, chegou a um acordo com o Distrito Escolar de Newburgh. A ação judicial alegava que a escola falhou em comunicar as faltas repetidas do aluno, o que poderia ter evitado sua morte.

O caso

Peter Cuacuas faleceu em 2021 após semanas sem frequentar as aulas. Durante esse período, ele estava isolado e mal alimentado pela madrasta, Leticia Bravo, que, junto com o pai, Arturo Cuacuas, foi condenada por homicídio culposo. A criança ficou mais de um mês sem ir à escola, e a família argumentou que, se a escola tivesse reportado as ausências às autoridades, os maus-tratos poderiam ter sido descobertos a tempo.

O acordo

O acordo firmado entre a família e o distrito escolar não implica admissão de culpa por parte da instituição de ensino. Detalhes financeiros do acordo não foram divulgados. A ação original acusava a escola de negligência por não notificar os serviços de proteção à criança sobre as faltas prolongadas de Peter.

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O caso reacendeu o debate sobre a responsabilidade das escolas em monitorar a frequência dos alunos e comunicar irregularidades às autoridades competentes. Peter, que tinha sete anos, foi descrito como uma criança alegre e inteligente por familiares, mas sofria em casa com privação de alimentos e cuidados básicos.

A madrasta Leticia Bravo e o pai Arturo Cuacuas foram sentenciados por homicídio culposo em 2023, após um julgamento que chocou a comunidade de Newburgh. O acordo com o distrito escolar encerra uma das frentes legais da família, que busca justiça pela morte precoce do menino.

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