Disputa acirrada pela Presidência do Peru
A eleição presidencial no Peru atingiu um ponto crítico nesta quinta-feira, quando os partidos Força Popular e Juntos pelo Peru apresentaram pedidos formais de anulação de votos de diversas mesas de votação, tanto no país quanto no exterior. A medida ocorre após a apuração de 98,3% dos votos, que mostra a candidata Keiko Fujimori, do Força Popular, na liderança por uma margem extremamente estreita de apenas 1.303 votos sobre seu adversário, Roberto Sánchez, do Juntos pelo Peru.
Alegações de irregularidades
Os partidos alegam que ocorreram irregularidades durante o dia da eleição, incluindo supostas fraudes e violações processuais. Embora os detalhes específicos das alegações não tenham sido divulgados integralmente, ambos os lados afirmam ter evidências para sustentar seus pedidos de anulação. A situação levanta preocupações sobre a legitimidade do processo eleitoral e pode resultar em uma longa batalha judicial.
Reações dos candidatos
Keiko Fujimori, em pronunciamento, declarou que respeita a institucionalidade do processo, mas que é necessário garantir a transparência total. Por outro lado, Roberto Sánchez também afirmou seu compromisso com a democracia, mas criticou a liderança de Fujimori como baseada em votos contestados. Ambos os candidatos se acusam mutuamente de tentar manipular o resultado final.
Próximos passos
A Justiça Eleitoral do Peru agora analisará os pedidos de anulação, que podem alterar significativamente o resultado final. Caso as anulações sejam aceitas, novas contagens e possivelmente novas eleições podem ser necessárias. A comunidade internacional observa atentamente, enquanto o país aguarda uma resolução que pode definir o futuro político do Peru.



