O social commerce está revolucionando a forma como os brasileiros compram, unindo entretenimento e consumo diretamente nas plataformas de redes sociais. Segundo o especialista Diogo Kobata, vídeos e influenciadores tornaram-se peças-chave na jornada de compra, alterando a lógica tradicional do varejo online.
O avanço do social commerce no Brasil
Cada vez mais consumidores brasileiros realizam compras após assistir a vídeos publicados em redes sociais. Esse fenômeno, conhecido como social commerce, reflete uma mudança profunda no comportamento de consumo, aproximando entretenimento, influência e transação comercial dentro de um mesmo ambiente digital.
De acordo com Kobata, o crescimento do social commerce é impulsionado por plataformas como TikTok Shop, que integram a experiência de vídeo com a possibilidade de compra imediata. Os creators — influenciadores digitais — atuam como canais de venda e são vistos como estratégicos para o crescimento das marcas.
Entretenimento e compra na mesma tela
A lógica do social commerce se baseia na capacidade de engajar o usuário com conteúdo relevante e, em seguida, oferecer um produto de forma natural. Diferentemente dos anúncios tradicionais, os vídeos criados por influenciadores geram confiança e identificação, facilitando a decisão de compra.
Kobata destaca que a aproximação entre entretenimento e consumo dentro das plataformas digitais é o principal motor dessa transformação. O consumidor não precisa mais sair da rede social para finalizar a compra, o que reduz atritos e aumenta as taxas de conversão.
Impacto no varejo online
Esse movimento tem forçado as marcas a repensarem suas estratégias de marketing e vendas. Investir em parcerias com influenciadores e produzir conteúdo em vídeo deixou de ser opcional para se tornar essencial. O social commerce não é apenas uma tendência passageira, mas uma nova realidade do varejo brasileiro.
Com a popularização de ferramentas como o TikTok Shop, a expectativa é que o volume de transações realizadas dentro das redes sociais continue crescendo nos próximos anos, consolidando o Brasil como um dos mercados mais promissores para o social commerce.



