Na atual edição da Copa do Mundo, jogadores de seleções como Egito, Cabo Verde e Curaçao carregam nomes que homenageiam ídolos brasileiros. Essa tendência reflete a forte influência do futebol do Brasil ao redor do mundo.
Egito: Dunga e Zico em campo
No Egito, dois jogadores se destacam por seus apelidos inspirados em lendas brasileiras. Nabil Emad é conhecido como Dunga, em referência ao capitão da seleção brasileira tetracampeã mundial em 1994. Já Mostafa Mohamed Zaki é chamado de Zico, em homenagem ao ídolo do Flamengo e da seleção brasileira. Ambos os atletas integram a equipe egípcia na competição.
Cabo Verde: Vozinha e a reverência a Josimar
O goleiro de Cabo Verde, Vozinha, tem seu apelido inspirado no ex-jogador brasileiro Josimar, que atuou pelo Flamengo e pela seleção na década de 1980. O nome foi dado por seu pai, que admirava o futebol do brasileiro. Vozinha descreveu a partida contra a Espanha como o momento pelo qual vinha trabalhando “a vida inteira”, demonstrando a importância da Copa do Mundo em sua carreira.
Curaçao: Juninho Bacuna e a herança pernambucana
Em Curaçao, o meio-campista Juninho Bacuna carrega o nome de Juninho Pernambucano, um dos maiores batedores de falta da história do futebol brasileiro. A homenagem reflete a admiração pelo jogador que brilhou no Vasco da Gama e no Lyon, da França. A influência brasileira no futebol de Curaçao é evidente, e Bacuna busca honrar esse legado em campo.
Esses exemplos mostram como o futebol brasileiro transcende fronteiras, inspirando gerações de jogadores ao redor do mundo. A Copa do Mundo de 2026 é palco para essas histórias de admiração e respeito pelos craques do Brasil.



