A 'remada viking', coreografia inspirada nos antigos navegadores escandinavos, conquistou as ruas e se tornou uma das marcas da Copa do Mundo de 2026. O movimento, que simula remadas em barcos imaginários, viralizou nas redes sociais e tomou conta das cidades-sede do Mundial, com torcedores noruegueses liderando a festa em locais como Boston e Nova York.
Como surgiu a 'remada viking'
Criada por torcedores noruegueses, a performance evoca a herança marítima da Noruega e se popularizou rapidamente. Vídeos mostram grupos de pessoas em arquibancadas e até na Times Square reproduzindo o gesto, que se tornou um símbolo informal da competição. A presença do astro Erling Haaland, principal jogador norueguês, impulsionou ainda mais a tradição.
Impacto nas redes sociais e adesão de políticos
A coreografia ganhou força nas plataformas digitais, com milhares de compartilhamentos. Políticos noruegueses também aderiram à brincadeira, gravando vídeos e postando nas redes sociais. 'É incrível ver como algo tão simples pode unir as pessoas e celebrar nossa cultura', disse um porta-voz da delegação norueguesa, segundo a reportagem.
Presença nas cidades-sede
Além de Boston e Nova York, outras cidades-sede registraram manifestações da 'remada viking'. Torcedores de diferentes nacionalidades se juntaram ao movimento, transformando o gesto em um fenômeno global. A organização da Copa do Mundo não comentou oficialmente, mas a coreografia já é considerada um dos momentos mais marcantes do torneio.



