O árbitro somali Omar Artan, que seria o primeiro juiz de futebol da Somália a participar de uma Copa do Mundo, teve seu visto de entrada nos Estados Unidos negado pelas autoridades americanas. A decisão pode tirá-lo da Copa do Mundo de 2026, que será sediada por EUA, Canadá e México.
Suporte diplomático não foi suficiente
A embaixada da Somália nos EUA ofereceu suporte ao árbitro, incluindo a possibilidade de obter um passaporte diplomático para facilitar sua entrada. No entanto, mesmo com essa intervenção, as autoridades americanas mantiveram a negativa do visto, sem fornecer justificativas detalhadas.
Carreira de destaque
Omar Artan é um árbitro reconhecido pela Confederação Africana de Futebol (CAF) e foi eleito o melhor árbitro africano em 2025. Sua atuação em competições continentais e internacionais o credenciou para a Copa do Mundo, mas o impasse burocrático agora ameaça sua participação.
O retorno de Artan à Somália representa não apenas uma perda pessoal, mas também um golpe para o futebol somali, que via nele a chance de ter um representante no maior evento esportivo do mundo. A comunidade esportiva internacional aguarda desdobramentos, enquanto a Federação Somali de Futebol busca alternativas para reverter a situação.



