A seleção brasileira se prepara para a estreia na Copa do Mundo 2026 contra Marrocos, e um nome tem se destacado como peça fundamental nos planos do técnico Carlo Ancelotti: Raphinha. A versatilidade do atacante pode ser a chave para destravar o sistema de jogo da equipe, especialmente diante da lesão de Wesley, que abre espaço para diferentes formações táticas.
Versatilidade como diferencial tático
Raphinha, que já atuou em diversas posições no Barcelona, pode ser utilizado tanto pelas pontas quanto como meia central. Essa capacidade de adaptação permite que Ancelotti ajuste o esquema tático sem perder qualidade ofensiva. Com a ausência de Wesley, o treinador italiano pode optar por um meio-campo mais criativo, com Raphinha centralizado, ou manter o atacante aberto para explorar jogadas individuais.
Impacto na defesa e no ataque
A presença de Raphinha também influencia a defesa brasileira. Sua recomposição e marcação ajudam a equilibrar o time, permitindo que laterais como Danilo e Alex Telles avancem com segurança. No ataque, a movimentação de Raphinha abre espaços para Vini Jr e outros jogadores, como Rodrygo e Richarlison. A estratégia defensiva, aliás, tem sido destacada como essencial para o sucesso na competição, e Raphinha pode ser o elo entre a solidez defensiva e a criatividade ofensiva.
Possíveis escalações e adaptações
Ancelotti deve testar formações com Raphinha em diferentes funções durante os treinos. Uma das opções é escalá-lo como falso 9, posição que já ocupou no Barcelona, permitindo que Vini Jr e Rodrygo atuem pelas pontas. Outra alternativa é mantê-lo aberto pela direita, com Paquetá centralizado, e contar com a velocidade de Vini Jr pela esquerda. Independentemente da escolha, a versatilidade de Raphinha será um trunfo importante para o Brasil buscar a vitória na estreia.



