Lucas Paquetá, cria do Flamengo, vive um momento de ascensão na seleção brasileira. Aos 28 anos, o meia amadureceu como jogador e pessoa, superando desafios fora de campo na Inglaterra. Agora, ele se destaca pela versatilidade e criatividade no meio-campo, conquistando a confiança do técnico Carlo Ancelotti de forma relâmpago.
De cria do Flamengo ao camisa 10 possível
Paquetá nunca deixou de estar nos planos da CBF, mesmo em momentos turbulentos. Sua capacidade de atuar em diferentes funções no meio-campo o torna um raro meio-campista criativo e moderno. Com a lesão de Neymar, Paquetá assumiu a responsabilidade de ser o camisa 10 da seleção, e tem correspondido às expectativas.
Amadurecimento entre Copas
O meia passou por um processo de amadurecimento entre as Copas do Mundo. Na Inglaterra, enfrentou dificuldades, mas aprendeu a lidar com a pressão e a se tornar um líder dentro de campo. Sua seriedade nos treinos chama a atenção, como visto nos Estados Unidos.
Versatilidade e consistência
Paquetá se consolida rapidamente pela consistência. Ele é capaz de atuar como volante, meia central ou até mesmo aberto, sempre com qualidade na saída de bola e visão de jogo. Sua capacidade de finalização e passes precisos o tornam peça-chave no esquema de Ancelotti.
O impacto de Carlo Ancelotti
Ancelotti, conhecido por desenvolver jovens talentos, viu em Paquetá o potencial para ser o maestro do meio-campo brasileiro. O técnico italiano elogiou a inteligência tática e a disciplina do jogador, que rapidamente se adaptou às suas exigências.
Retorno ao Brasil como peça-chave
Após se recuperar de uma lesão, Paquetá retorna ao Brasil como um dos principais nomes da seleção. Sua experiência na Europa e sua maturidade o credenciam a ser o substituto natural de Neymar, tanto na função quanto na responsabilidade de criar jogadas.
Com a Copa do Mundo de 2026 se aproximando, Paquetá busca consolidar seu lugar como o camisa 10 da seleção brasileira. Sua trajetória, do Flamengo ao estrelato, é um exemplo de superação e talento.



