Matheus Cunha, atacante da seleção brasileira, tornou-se peça-chave para o técnico Carlo Ancelotti na Copa do Mundo de 2026, graças à sua versatilidade e adaptação tática. Preterido por Pedro no Mundial de 2022, o jogador manteve-se no radar da seleção, conquistou vaga com boas atuações e é esperança de gols no jogo contra o Japão, pela segunda fase.
Trajetória e superação
Nascido em João Pessoa, Paraíba, Matheus Cunha nunca jogou profissionalmente no Brasil, tendo iniciado a carreira na Europa. Apesar do desconhecimento no país, ele se destacou em clubes como Hertha Berlim, RB Leipzig e Wolverhampton, até chegar ao Arsenal. Sua capacidade de atuar em múltiplas posições ofensivas — como centroavante, segundo atacante ou ponta — chamou a atenção de Ancelotti.
Versatilidade como trunfo
Além do futebol, Cunha é ligado ao surfe, esporte que remete às suas origens nordestinas, e ao xadrez, que reflete sua inteligência tática em campo. "O xadrez me ajuda a pensar mais rápido e a tomar decisões melhores dentro de jogo", afirmou o atacante em entrevista recente. Essa combinação de habilidades o torna um jogador imprevisível para os adversários.
Expectativa contra o Japão
No duelo desta noite, a seleção brasileira conta com Cunha para furar a defesa japonesa. Com 3 gols em 4 jogos na Copa, ele é o artilheiro do time ao lado de Vini Jr. A expectativa é que sua movimentação e capacidade de finalização sejam decisivas para garantir a classificação às quartas de final. "Matheus é um jogador que pode fazer a diferença em qualquer momento", destacou Ancelotti em coletiva.



