Infantino nega interesse comercial em pausas para hidratação na Copa 2026
Infantino nega fins comerciais em pausas para hidratação

Infantino esclarece motivação das pausas para hidratação

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, negou que as pausas para hidratação programadas para a Copa do Mundo de 2026 tenham qualquer interesse comercial. Em declaração à imprensa, Infantino afirmou que a entidade não obterá receita adicional com as interrupções, que ocorrerão aos 22 e 67 minutos de cada partida. A medida, segundo ele, é exclusivamente para proteger a saúde dos jogadores diante do calor esperado durante o torneio, que será sediado por Estados Unidos, Canadá e México.

Proteção aos atletas e igualdade de condições

Infantino destacou que as pausas visam garantir condições iguais para todas as equipes, evitando que o calor extremo prejudique o desempenho ou a integridade física dos atletas. "Não há qualquer objetivo comercial por trás disso. Queremos assegurar que todos os jogos ocorram em condições justas e seguras", disse o presidente da Fifa. A decisão foi tomada após estudos sobre o impacto das altas temperaturas, comuns em junho e julho na América do Norte.

Críticas e defesa da medida

Apesar das críticas de que as pausas quebram o ritmo das partidas, Infantino reforçou que a prioridade é a saúde dos jogadores. "Entendemos que alguns torcedores e técnicos possam preferir um jogo contínuo, mas não podemos ignorar os riscos do calor", completou. A Fifa já implementou pausas similares em edições anteriores, como na Copa do Mundo de 2022 no Catar, onde as temperaturas também eram elevadas. Para 2026, a entidade optou por padronizar as interrupções em todos os jogos, independentemente do clima local, para evitar desigualdades.

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Impacto no cronograma e transmissão

Cada pausa terá duração de três minutos, permitindo que os jogadores se hidratem e recebam orientações médicas. O tempo adicional será compensado no acréscimo de cada tempo. A Fifa também confirmou que não há planos de inserir intervalos comerciais extras durante essas paradas, reforçando a ausência de interesse financeiro. A entidade estima que a medida aumente em cerca de seis minutos o tempo total de cada partida, sem afetar significativamente a transmissão televisiva.

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