O presidente da Fifa, Gianni Infantino, tem sido alvo de críticas internacionais por sua relação com os Estados Unidos de Donald Trump e por alianças com regimes autoritários. A proximidade da Copa do Mundo de 2026, que será sediada em parte pelos EUA, intensifica os questionamentos sobre a postura da entidade máxima do futebol.
Alianças questionáveis
De acordo com a coluna de Marcelo Barreto, publicações internacionais, como o jornal francês L'Équipe, destacam a ironia na escolha dos anfitriões. Infantino é retratado como um líder pragmático, que prioriza ganhos financeiros em detrimento de valores éticos. A política migratória de Trump, que impõe restrições a imigrantes, contrasta com a natureza global do esporte.
Críticas da imprensa
A primeira página do L'Équipe de 10 de junho de 2026 ilustra a repercussão negativa. A Fifa é acusada de ignorar princípios fundamentais para manter o apoio de potências econômicas. Especialistas apontam que a entidade se aproxima de governos autoritários, como o de Trump, para assegurar investimentos e visibilidade.
- Infantino busca alianças com regimes que violam direitos humanos.
- A Copa de 2026 será um teste para a credibilidade da Fifa.
- O lucro é colocado acima de valores como inclusão e diversidade.
Reações e perspectivas
Enquanto a Fifa não se pronuncia oficialmente, a comunidade esportiva e ativistas de direitos humanos exigem transparência. A expectativa é que o evento esportivo seja ofuscado por controvérsias políticas, caso a entidade não mude sua postura. A relação com Trump, conhecido por suas políticas polêmicas, é vista como um erro estratégico que pode manchar a imagem do futebol mundial.
O artigo original, disponível para assinantes, analisa em profundidade as motivações de Infantino e as consequências para o esporte. A Copa de 2026 promete ser um marco, mas não pelos motivos esportivos que se esperava.



