O fotógrafo da seleção do Iraque, Talal Salah, foi deportado dos Estados Unidos após passar 13 horas detido. O incidente ocorreu quando ele tentava entrar no país para cobrir a Copa do Mundo de 2026, mas teve sua entrada negada pelas autoridades americanas.
Detalhes da detenção
De acordo com informações, Talal Salah foi detido no aeroporto e submetido a interrogatórios por mais de 13 horas. Durante esse período, ele não teve acesso a representantes consulares ou advogados. A deportação foi confirmada pela Federação Iraquiana de Futebol, que lamentou o ocorrido e afirmou que não recebeu explicações oficiais do governo americano.
Impacto na cobertura da Copa
Com a deportação, Talal Salah não poderá acompanhar a seleção iraquiana na Copa do Mundo. O Iraque está no Grupo I e fará sua estreia contra a Noruega no dia 16 de junho. A ausência do fotógrafo é uma perda significativa para a equipe de comunicação da federação.
Além de Talal Salah, o atacante Aymen Hussein também foi interrogado pelas autoridades americanas, mas foi liberado posteriormente. A situação gerou preocupação entre os membros da delegação iraquiana, que temem novos incidentes.
Reações e silêncio oficial
A Federação Iraquiana de Futebol divulgou uma nota oficial repudiando a deportação e pedindo esclarecimentos ao governo dos Estados Unidos. Até o momento, as autoridades americanas não se pronunciaram sobre o caso. O incidente ocorre em meio a tensões diplomáticas entre os dois países, mas não há confirmação de que a deportação tenha motivações políticas.
A seleção do Iraque segue se preparando para a Copa do Mundo, mas o episódio mancha a participação do país no torneio. A expectativa é que novas medidas de segurança sejam adotadas para evitar problemas com outros membros da delegação.



