A Federação Internacional de Futebol (Fifa) anunciou oficialmente a proibição das vuvuzelas e de outros instrumentos sonoros nos estádios durante a Copa do Mundo de 2026, que será sediada nos Estados Unidos, Canadá e México. A decisão foi divulgada nesta sexta-feira, 5 de junho de 2026, e tem como objetivo garantir uma experiência sonora mais agradável para torcedores e jogadores.
Vuvuzelas: sucesso na Copa de 2010
As vuvuzelas, cornetas plásticas que se tornaram símbolo da Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, são conhecidas por seu som alto e constante, que pode atingir até 127 decibéis. Na época, o instrumento gerou controvérsia: enquanto alguns torcedores apreciavam a atmosfera única, muitos reclamaram do ruído excessivo, que dificultava a comunicação e a transmissão televisiva.
Outros itens proibidos
Além das vuvuzelas, a Fifa também vetou apitos, buzinas de ar comprimido e qualquer outro dispositivo que produza som alto e contínuo. A medida faz parte de um conjunto de regras para padronizar o ambiente nos estádios e evitar distrações durante as partidas.
Garrafas reutilizáveis de água também estão proibidas, por questões de segurança. A entidade recomenda que os torcedores utilizem os copos fornecidos nos pontos de venda dentro dos estádios.
Impacto na torcida
A proibição das vuvuzelas pode gerar reações mistas entre os fãs. Enquanto alguns celebram a redução do ruído, outros lamentam a perda de uma tradição que marcou o Mundial de 2010. A Fifa, no entanto, afirma que a decisão foi tomada após consultas a especialistas em acústica e saúde auditiva.
A Copa do Mundo de 2026 será a primeira a contar com 48 seleções e será realizada em três países, com partidas espalhadas por 16 cidades-sede. A expectativa é de que o torneio comece em junho de 2026.



