A 'remada viking', movimento coreografado que se tornou símbolo da torcida da Noruega na Copa do Mundo de 2026, rompeu barreiras e chegou ao interior de Minas Gerais. Em Passos (MG), o gesto inspirado nos antigos navegadores nórdicos foi adotado por frequentadores do Bar do Macete e, de forma inusitada, até mesmo por uma equipe médica durante uma cirurgia.
Origem e propagação do fenômeno
A coreografia, que imita o movimento de remo dos vikings, ganhou destaque mundial após o retorno da seleção norueguesa a uma Copa do Mundo. O gesto, executado em uníssono por milhares de torcedores nas arquibancadas, rapidamente se espalhou pelas redes sociais, transcendendo os estádios.
No Brasil, a 'remada viking' encontrou eco em diversas comunidades. Em Passos, cidade de aproximadamente 115 mil habitantes no sudoeste mineiro, o Bar do Macete se tornou ponto de encontro para torcedores que repetem o movimento a cada gol ou vitória da Noruega.
Remada viking na sala de cirurgia
O momento mais surpreendente ocorreu quando um vídeo gravado dentro de um centro cirúrgico de um hospital local mostrou a equipe médica, após o sucesso de um procedimento, realizando a 'remada viking' ao lado do paciente ainda anestesiado. As imagens viralizaram e reforçaram o caráter contagiante do fenômeno.
Segundo o cirurgião responsável, Dr. Carlos Almeida, 'foi uma forma de celebrar a vida e a recuperação do paciente, que é um grande fã da seleção norueguesa. A remada viking já faz parte da cultura do nosso time'.
Impacto cultural e global
A 'remada viking' não é apenas uma torcida; tornou-se um símbolo de união e alegria. Especialistas em comportamento esportivo apontam que a coreografia ajuda a criar um senso de pertencimento entre os torcedores, independentemente de nacionalidade.
O fenômeno também movimenta o comércio local em Passos. O proprietário do Bar do Macete, João Maciel, afirma que 'a clientela aumentou 30% desde que a Noruega começou a vencer. Todo mundo quer vir aqui fazer a remada viking e torcer junto'.
O futuro da remada viking
Com a seleção norueguesa avançando na competição, a expectativa é que a 'remada viking' continue a se espalhar. O gesto já foi adotado por torcidas de outros países e até mesmo por jogadores, que comemoram gols com o movimento.
A Copa do Mundo de 2026, que ocorre nos Estados Unidos, Canadá e México, tem mostrado que a cultura do futebol vai além das quatro linhas, e a 'remada viking' é a prova de como um gesto simples pode conectar pessoas ao redor do mundo.



