A Maratona do Rio, um dos eventos esportivos mais emblemáticos do Brasil, recebeu um balanço positivo de seu executivo, Cláudio Romano. Em entrevista exclusiva, Romano destacou a boa impressão causada nos olheiros da World Marathon Majors (WMM), o seleto grupo que reúne as principais maratonas do mundo. Segundo ele, a organização do evento evoluiu significativamente, especialmente na logística de entrega de kits e hidratação dos corredores.
Recordes e metas
Nesta edição, a Maratona do Rio quebrou o recorde feminino dos 42 km no Brasil, além de quase alcançar a marca masculina. Para Romano, esses resultados reforçam o potencial da prova. No entanto, ele foi enfático ao afirmar que o objetivo não é ser a maratona mais rápida do país, mas sim a mais reconhecida internacionalmente. “Queremos ser referência em experiência, organização e alcance global”, disse.
Olheiros da major
A presença de observadores da WMM foi um dos pontos altos do evento. Romano comentou que a avaliação deles foi crucial para medir o nível da prova. “Saio mais confiante nesse caminho. Mostramos que temos capacidade de sediar uma maratona de padrão internacional”, afirmou. O executivo também destacou a importância de manter a qualidade para futuras edições.
Melhorias na logística
Entre os avanços mencionados, estão a otimização da entrega de kits, que reduziu filas e tempo de espera, e a melhoria nos pontos de hidratação ao longo do percurso. “Cada detalhe conta para o corredor. Investimos em planejamento para oferecer uma experiência mais fluida e segura”, explicou Romano.
Reconhecimento internacional
A Maratona do Rio já é conhecida por seu cenário deslumbrante, com vistas do Cristo Redentor e da orla carioca. Agora, busca consolidar-se como um destino obrigatório para corredores de elite e amadores. Romano acredita que o reconhecimento internacional virá com consistência e inovação. “Nosso foco é crescer de forma sustentável, sem perder a essência do evento”, concluiu.



