O álbum de figurinhas da Copa do Mundo não é febre apenas no Brasil. O Estádio Bicentenario, localizado em Santiago, no Chile, recebeu milhares de torcedores para a maior troca de figurinhas do país, com o campo completamente lotado durante o evento.
De acordo com um vídeo produzido pela Reuters, até mesmo argentinos estiveram presentes no país vizinho para participar da troca de adesivos. No Brasil, os pontos de troca são comuns em shoppings, livrarias, bancas de jornal e até estações de metrô.
O álbum de 2026
O álbum deste ano é o maior já lançado para Copas do Mundo, contando com 980 figurinhas, sendo 68 especiais. Isso representa 310 cromos a mais do que a edição anterior.
Cada pacote custa R$ 7 e contém sete figurinhas, o que equivale a R$ 1 por unidade. Para efeito de comparação, na última Copa, em 2022, eram necessárias aproximadamente 670 figurinhas para completar o álbum, com cada envelope custando R$ 4 e trazendo cinco figurinhas (R$ 0,80 cada). Naquela ocasião, o valor mínimo para completar o álbum era de R$ 536. Já para fechar o álbum de 2026, o valor mínimo é de R$ 980, representando um aumento de 82,84%.
Impacto entre os torcedores
A febre do álbum movimenta não apenas os colecionadores, mas também o comércio e os espaços públicos. No Chile, o evento no Estádio Bicentenario foi um sucesso, reunindo fãs de todas as idades em busca das figurinhas raras.
Enquanto isso, no Brasil, a troca de figurinhas segue sendo uma tradição, com pontos espalhados por diversas cidades. A expectativa é que o álbum de 2026 continue gerando engajamento até o início da Copa.



